sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Hasta

Desisti de encontrar uma solução para escoar o excedente de tracejados. Reconheci que não podia fazer mais nada que fosse razoável. Talvez no futuro, uma solução me bata à porta, ou talvez nasçam e cresçam uns quantos ratinhos na minha arrecadação que apreciem a minha grande obra. Assim, continuem a fazer como até aqui; não visitem o soalho. Provavelmente não encontrariam notícias boas ou más.
Fazendo um balanço, que, como o vejo agora, é final, devo dizer que foi muito giro todo o processo. Fico contente de pensar que uma série de pessoas quiseram mesmo ter o meu livro. Algumas por gostarem de ler, ou mais ou menos, o que lá está escrito, outras apesar de acharem tudo aquilo uma grande treta. Todas as manifestações de apreço, independentemente das motivações individuais, deixaram-me contente.
A edição de autor, embora possa significar que nenhuma estrutura editorial nos quis apoiar, pode ser, e foi para mim, uma experiência que vem demonstrar que, com vontade e algum esforço, podemos levar a cabo um projecto que, embora pequenino, tenha pés no sítio dos pés e cabeça no sítio da cabeça. Agradeço mais uma vez o apoio de todos, desde os que compraram e/ou estiveram presentes na sessão de lançamento, aos técnicos que me deram dicas, lá está, técnicas, etc, passando, e parando para um abracinho bom, pelo meu pai que, bem feitas as contas, vendeu, na festa de lançamento e lá na terrinha, a maior parte dos tracejados, e, é claro, pelo meu colaborador mais directo neste projecto, o responsável pela edição, que é também o meu colaborador na vida.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sucedeu

A operação plano mau resultou num grande sucesso. Ou seja o plano mau provou por a + b + c + etc ser um plano mau. Portanto as expectativas foram correspondidas, se não mesmo superadas. A operação foi abortada, ou pelo menos adiada sine die. Talvez me lembre de tentar outra vez, quando já não me lembrar tão bem quão mal correu. Não sei.
O plano constituía em escoar os 100 tracejados (aprox.) que relaxam numa caixa de papelão lá no -2. O escoamento seria feito lentamente, lenta e dolorosamente, dia após dia. O objectivo era escoar um tracejado por dia. Como? Ya, abordando uma pessoa na rua, de preferência que tivesse ar de quem se pudesse interessar.
Naquele primeiro dia, no jardim, não via ninguém que me parecesse minimamente disponível para ser abordado por uma estranha. Vi uma Sra, a Sra do Jardim e fui até lá. Pouco tempo depois de estar a introduzir o meu assunto, reparei que estava a ler uma revista religiosa. E pensei, ok, tens o que mereces, depois de lhe dares seca a ela, ela vai dar-te seca a ti. Mas não, a Sra do Jardim era simpática, leu um texto do Tracejado, disse que gostou, lá está, mas depois esclareceu-me que os seus temas de leitura eram, de facto, outros, que gostava daquelas revistas e da Casa Cláudia.
No segundo dia, encontrei no jardim um Sr com um ar simpático e com um chapéu. Dirigi-me a ele e, à quarta tentativa, sem que ele me compreendesse, tentei o inglês, mas o resultado não foi melhor. O Sr tinha dificuldades de audição avançadas. Mas era, sem dúvida, simpático. Leu três textos do Tracejado, disse que gostou e prometeu ficar com um noutro dia, que naquele não lhe dava jeito. Ficámos uns bons dez minutos a discutir critérios urbano-paisagísticos e a falta deles. Ele falava muito. Eu tentava que ele me percebesse recorrendo a gestos e a uma expressão labial eficaz.
Entre o jardim e a casa, encontrei um Sr novo de gravata, Sr da Gravata, que em vez de poucos, leu um bom número de textos, quase a parecer que estava a gostar. Mas, depois de cada um que lia, dizia "isto é... introspectivo"... num tom que parecia uma acusação. Não lhe disse, mas pensei que se prefere temas mais "extrospectivos", deveria ir para casa rapidamente porque deveria estar a começar o telejornal. Disse-me que não tinha dinheiro, é possível, mesmo que se ostente uma gravata. Eu dei-lhe o livro. Ele passou o dedo numa manchinha do branco do Tracejado, e eu ainda me desculpei. Decadente. Praticamente, convenci-o a aceitar de graça a porcaria do objecto. Na altura, pareceu-me, sei lá porquê, uma boa coisa para fazer. Mas passou-me depressa. Que leia quem goste. Quem goste que compre. Nunca esquecendo que eu vendi à família e aos amigos, que sentido pode fazer dá-lo agora ao Sr da Gravata, desconhecido, que passa a mão sobre a manchinha? Não vou repetir a gracinha. Mesmo tendo em conta que não tenho nenhum outro plano, bom, mau ou mais ou menos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A caravana passa?

A velha história da feira da ladra fez-me ligar hoje para a DGFVACNS (indicada pelo Pedro nos comentários do “São coisas” aqui do soalho – obrigada once again).
Pois bem, liguei. Obtive / confirmei informações muito inspiradoras. Assim, a Sra do DGFVACNS, e não vou dizer que é simpática, que tem poderes de bom entendedor, ou que ouve especialmente bem, disse-me que uma pessoa (activa e da minha idade), para vender temporariamente (durante um mês) na feira da ladra tem de ir às finanças, inscrever-se na actividade de feirante e, talvez, pagar uma quantia desconhecida, após o que deve ir à DGAE e pedir um cartão, pagando 15€, com esta documentação, deve então ir à DGFVACNS (onde terá, quem sabe, o prazer de conhecer a Sra da DGFVACNS) e pagar mais 15€ e uns trocos.
E só pode vender coisitas usadas. Os tracejados do -2 não são. Se eu me decidisse a pagar este dinheirão todo e a perder tempo, paciência e sabe-se lá mais o quê, ia até pedir aqueles de vocês que, por acaso, compraram o tracejado que o trocassem por um novo, para eu poder vender o vosso usado na feira. Mas nã. Não me parece.

Rentrée

Visitei a Apolo 70. Fui para aqueles lados e aproveitei. Aproveitei para procurar o tracejado nas prateleiras. Não encontrei. Procurei melhor. Não encontrava. Ora bolas, pensei ou disse, se ele estiver à vista, já ninguém o quer; se não estiver, ninguém pode, sequer, não o querer. O meu livro tem direito a não ser querido. Penso eu, escrevo eu. Perguntei ao Sr da livraria se, de facto, como parecia, o meu livro não estava exposto nas prateleiras. Ele consultou o sistema e depois conduziu-me até à prateleira onde estavam intactos todos os cinco livros que lá deixei. Assim está bem.
Há muito tempo, quando escrevi no soalho a última vez, disse que tinha um plano, mau, mas um. Não vos posso dizer que funcionou; ou que não funcionou. A ideia era escoar. Mas não o apliquei… ainda. Parece cada vez mais um mau plano, mas isso não é suficiente para me demover. Hei-de voltar a este assunto e, independentemente do sucesso ser nulo ou tocar as franjas do miserável, eu conto.
A Câmara de Santa Comba nunca mais me disse nada. Mostrou-se disponível, eu enviei o material a ser usado na promoção do tracejado, e, que eu saiba, não aconteceu mais nada. Espero agora resposta à mensagem que lhes enviei perguntando qual era e onde estava o ponto da situação.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Poesia Incompleta

Ontem recebi uma mensagem da Poesia Incompleta, um dos POS do Tracejado, a informar-me que, imaginem, foi vendido um exemplar. Ah é claro que fiquei contente. Não sei quem comprou ou porquê. Mas imagino o melhor cenário. Aliás, todos são bons. Mesmo que tivesses sido tu, só para eu ficar contente, era giro. Obrigada, de qualquer forma.
Entretanto tenho um plano para escoar os Tracejados que tenho no -2. Não é genial. Mas é um plano. Como não é genial, e pode nem resultar, não vou contar já…
É claro que não tenho medo de me expor, a mim e às minhas ideias, mas, desta vez, vou experimentar primeiro, e comentar depois.
Um desconhecido simpático enviou-me também algumas dicas, que vou ter em consideração. Obrigada.
Tenho também trocado mensagens com a Câmara Municipal de Santa Comba Dão que, entretanto afirmou que me apoiaria na promoção do livro por lá. Mandei material, aguardo avanços.
Enviei mensagens a várias bibliotecas a oferecer o livro. Ninguém respondeu. É engraçado. Só a de Santa Comba se mostrou receptiva.
Não me lembro de mais nada para contar. Acho que não há mais nada para contar.
Ah… vi ontem o Sr. da Gráfica, muito simpático como sempre.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Afastamento

O soalho já tem pó. E não tarda a capa branca dos tracejados amarelecerá… hum… tornar-se-á uma espécie de um clássico, uma espécie de documento valioso e raro (excepto na minha arrecadação). Estive afastada do processo tracejado. (bem… processo à partida é algo que evolui…) Agora voltei, mas a posição continua a ser de afastamento. Eu sei lá o que hei-de fazer. Feira da Ladra continuaria a ser uma hipótese, se não de sucesso comercial, pelo menos de diversão, mas li que já não permitiam a venda de artigos novos. Posso sempre ler e mexer nos tracejados e torná-los usados.
Mas vou tirar isto a limpo. Vou ligar agora para a Câmara Municipal de Lisboa. Já vos digo. Não digo. O número das informações úteis terá talvez um horário menos alargado ou assim. Depois insisto.
De resto, o paizinho lá vai vendendo, espero que ele não esteja a usar tácticas de marketing demasiado agressivas.
Isto é um bocado estranho: já quase ninguém se lembrava de mim lá na terra. Agora apareço com um livro que sabe-se lá o que lhes parece. Talvez não tivesse sido pior continuar no esquecimento do que surgir do nada com um livro sobre nadas, ou sobre coisas estranhas, ou sei lá o que alguém que por lá o leia pode pensar. Por lá e por cá. Não é que me aflija que alguém não goste do meu livro. A cena é que eles o compraram por algum tipo de afinidade comigo ou com o meu pai. Para mim a lógica simples da coisa seria: cada potencial comprador dava uma olhada no livro, se gostasse comprava, se não, não. Claro que nesse caso teria não uma, mas três caixas de livros na arrecadação.
O jornal Defesa da Beira publicou qualquer coisa sobre o tracejado. Ainda não sei o quê, mas obrigada.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

São coisas

Fogo! Eu queria mesmo ir à Feira da Ladra amanhã tentar vender uns Tracejados, mas fui confirmar e é mesmo preciso ter licença. Coisa chata! Eu acho que ia ser giro. Provavelmente não ia vender nada ou quase nada, mas acho que me ia divertir a tentar.
Agora não vai mesmo dar para ir amanhã, acho que a polícia leva aquilo da licença a sério e passam multas. Não tinha graça.
Talvez vá noutra altura, se me der ao trabalho de ir tirar a licença. Embora creia que seja baratinha, é capaz de não compensar, tendo em conta as perspectivas de escoamento…logo se vê.
Entretanto vou pensando noutras maneiras de desocupar aquele espacito lá na arrecadação. Eu sei que se me esforçar por dar uns quantos talvez consiga, mas vendê-los era a ideia original, embora não seja uma ideia particularmente original nos tempos que correm em que tudo gira à volta do comércio. Terei sido contagiada? Eu bem tento ser uma gaja alheada desta teiazinha à nossa volta, a sociedade, o bicho, mas acho que de vez em quando lá vou ganhando uns tiques, de modo que às vezes até pareço normal.
Eu sabia que isto ia acabar por acontecer… o Tracejado vai morrendo nas prateleiras das livrarias e na caixa de papelão do -2 e eu aproveito para falar de mim, como se isto fosse um diário. As minhas desculpas.
Dizia que vai morrendo, mas também não é bem assim que o meu pai esforça-se por lhe prolongar a vida. Continua a vender lá na aldeia. Eu nem sei, qualquer dia chego lá e oiço o meu nome aclamado em uníssono ou então nem entrar me deixam, a não ser talvez mediante a promessa de um reembolso.
Isto na aldeia de Pinheiro de Ázere. Na cidade de Santa Comba Dão, a Enseada só vendeu um dos meus livros, no primeiro dia, e já sei a quem, a um amigo que achou que talvez fosse meu e comprou pelo sim pelo não.
Como um é pouco, pedi o apoio do jornal “Defesa da Beira” para a divulgação da coisa. Aguardo.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ao nível

Ok. Atingi o nível médio das águas do mar. Quero dizer que, praticamente, e já se sabe que, comigo, a matemática nunca é uma ciência exacta, vendi o número de livros que tinha de vender para pagar os custos: 120.
Já vos tinha contado que o meu pai e super distribuidor me vendeu uma quantidade significativa de livros quando estive na terra no fim-de-semana passado. Pois bem, ele ficou lá com uns quantos para tentar vender também e hoje ligou-me a dizer que, não só vendeu aqueles, como precisa de mais para as encomendas… eh eh.
De facto, continuo naquela situação de não vender a desconhecidos, pessoas que comprem o livro pelo livro e não por mim, ou pelo meu pai. Mas enfim, o objectivozinho principal de equilibrar o balanço está cumprido. Não é muito ambicioso, mas o que posso fazer?
Não esperei mais e consultei as livrarias. Tenho, para agora, três respostas oficiais: 0, 0, 1. Vá, não se riam da desgraça alheia. E depois há aquela outra, a do King, onde restam, como já disse 3 de 5. (=2… ah pois é!)
Agora tudo piorou, com a concorrência muito desleal da monstra mediática Júlia Pinheiro. Ofusca-me. Está mal.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Santa terrinha

Lá fui à terrinha – Pinheiro de Ázere, Santa Comba Dão. Acabei por vender uns quantos livros afinal, graças especialmente à campanha promocional desenvolvida pelo meu pai. Vendi 20. Na verdade foram 19, mas digamos 20 que é um número mais redondinho. Assim, ao todo, e até agora, terei vendido, em venda directa, cerca de 100. Um bocadinho longe dos 300 produzidos, mas já mais perto da meta dos 120, que, de acordo com os meus cálculos, nunca muito de fiar, bastariam para cobrir os custos.
Deixei também 6 exemplares na Papelaria Enseada em Santa Comba Dão. A Sra foi muito simpática e nem me quis cobrar comissão. Para além disso, quando passei lá no dia seguinte, já tinham vendido um livro.
Em relação às outras livrarias, ainda é cedo para contactar a perguntar se terão vendido algum.
Em duas delas, sei que ainda não foi vendido qualquer exemplar.
Numa outra, a Livraria do King, creio que foram vendidos 2, porque passei por lá e, dos cinco que lá tinha deixado, só sobravam 3. Aliás, tive a confirmação da venda de um deles, porque uma ex-colega querida me ligou a dizer-me que comprou lá e a pedir-me uma dedicatória.
Se alguns desconhecidos comprassem o livro, o meu ego ficaria numa posição muito mais confortável. É certo que todas as razões são boas para comprar / vender um livro. E agradeço sinceramente a todos os que compraram. Mas saber que um desconhecido compra, não porque simpatiza comigo, ou porque simplesmente me conhece, mas sim porque abre o livro, lê qualquer coisa e gosta, é uma sensação que não me importava de ter… repetidamente. Com isto tudo não quero ser injusta, porque sei que algumas pessoas, além de me conhecerem, e simpatizarem mais ou menos comigo, gostam do que escrevo… há gostos para tudo :).

O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, a quem, como já disse, enviei um exemplar, enviou-me um cartão onde me pareceu, letra difícil, que agradecia reconhecido. Eu também fiquei reconhecida por ele me ter enviado um cartão reconhecido, mas não cheguei a dizer-lho. Não podíamos ficar eternamente a agradecer um ao outro. Temos os dois mais que fazer.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Acreditei

Olá a todos. Poucos. Alguém? Olá à mesma.
Não tenho nada para vos dizer. Outra vez.
Não há novidades do Tracejado.
Podia falar de outras coisas. Mas que jeito?
Alguém se esqueceu de comprar? Alguém se vai lembrar um destes dias que também quer um?
Acho que não.
A não ser na terrinha, onde talvez venda uns 3 ou 4, não vai passar disto.
E aposto que, daqui a uns meses, vou ter de passar nas livrarias para apanhar a totalidade dos livros que lá deixei.
Não é animador não. Fizemos 300. Vendi 80. Não só não ganhei, o que também não era o objectivo, como perdi, o que não tem lá muita graça.
Mas valeu a pena. Não estou a dizer que não valeu a pena, OK?
Deu-me muito prazer fazer isto. E dá-me muito prazer saber que algumas pessoas leram / estão a ler o Tracejado, e algumas destas gostaram / estão a gostar. Sei que sim porque algumas das que o leram / estão a ler e gostaram / estão a gostar disseram-mo. E eu acreditei.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Deslize

Ninguém falava no Tracejado há uma série de dias. Entretanto, uma Coleguinha da escola disse que leu uns textos e que gostou, pediu-me que lho levasse. Outra Coleguinha pediu também. Fiquei animada. Mas tive uma daquelas reacções que às vezes tenho e que não são nada socialmente correctas, chegando a ser um pouco absurdas. Como, até agora, toda a gente que me pediu o livro quis uma dedicatória, perguntei a uma das Coleguinhas se queria que escrevesse alguma coisa. Ela respondeu que o que contava era o conteúdo e que escrevesse apenas se fizesse questão. Não, não faço questão, foi só porque toda a gente costuma pedir. É claro que devia ter ficado calada e, se ela pedisse que escrevesse, escreveria. Conto-vos isto porque não tenho mais nada para contar. Não sei se já se vendeu algum exemplar nas livrarias. Não sei se quem entra nelas vê o livro, ou se teria de procurar. Não sei se quem o encontrar, mais ou menos por acaso, se vai interessar por ele. Não sei muito.
Ah, sempre fiz uma coisa. Enviei um exemplar ao cuidado de Marcelo Rebelo de Sousa, com uma carta que diz, entre outras coisas, “pode até acontecer que goste”. E pode. Nunca se sabe.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ivinha

Estava a sentir um certo sono, decidi ir tomar um café.
Quando ia para o fazer chamaram-me porque tinha chegado o Senhor Cobrador da gráfica. Olhei para o recibo, vi um valor, o tal valor de 775€ e passei o cheque.
Depois de o ter preenchido, reparei que aquele valor, os tais 775€, não era o total; havia uma parcela correspondente ao IVA.
Tive de pagar mais 155€ de IVA.
Passei-me. Fui ver o orçamento e, de facto, o IVA não é mencionado, o que significa, claro, que não está incluído.
Agora, se não me enganei nas contas, o que, como tenho dito e se pode ver, seria perfeitamente normal, tenho de vender não cerca de 100, mas cerca de 120, para cobrir os custos.
Nunca esquecer o IVA.
Tomei o café à mesma, embora já não estivesse a precisar. Um calmante seria mais apropriado.

Balançando

Hoje é dia de pagamento. A Menina da gráfica enviou-me uma mensagem a perguntar se podia levantar o cheque hoje. Eu disse que sim. 775€. 300 exemplares. Acho que realmente foi um bom preço, embora o diga empiricamente, porque de facto não pedi outros orçamentos. Já expliquei isso. Eles ajudaram-me bastante e explicaram-me as diferenças entre o que eu viria a querer e a não querer para o meu livro. Foi uma boa experiência colaborar com a Menina e o Senhor da gráfica. Obrigada aos dois e à equipa.
Ontem entreguei o livro em mais um POS, a Livraria do King, no cinema King, pois. O meu livro está em livrarias boas e interessantes. Estou contente. Vou continuar a tentar colocá-lo em mais algumas.
Tenho vendido alguns Tracejados a amigos e colegas, mas agora o volume de vendas já está a baixar. Quem tinha de comprar já comprou. Ou talvez não, há pessoas que ainda não tiveram oportunidade, nomeadamente devido à distância. Em Santa Comba Dão, por exemplo, onde cresci, mais propriamente numa aldeia bem bonitinha chamada Pinheiro de Ázere, talvez algumas pessoas queiram ficar com o livro. Logo se vê quando lá for. Vou tentar, nessa altura, deixá-lo numa ou outra livraria também lá para aqueles lados.
Para agora, ainda não consegui cobrir os custos. Confesso que não fiz uma contabilização exacta dos livros vendidos, mas rondarão os 70. Se não me enganei nas contas, o que seria perfeitamente normal, preciso de vender cerca de 100 para não perder dinheiro.
Ontem passei por uma das livrarias onde deixei o Tracejado e não o encontrei. Fiquei a pensar que assim seria difícil, mas depois a Menina da livraria explicou-me que tiveram problemas informáticos e que há uns dias que não conseguem introduzir livros no sistema. Quando conseguirem, o meu livro será exposto. Fiquei mais contente. Agora falta que algumas pessoas reparem nele, abram, gostem e comprem. Vamos ver se isso acontece.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Negócios

Falando de negócios, não sei exactamente ainda quantos livros vendi, mas creio que ultrapassou por pouco os 50. Gastei 56 senhas, paguei ao Senhor do espaço 84€.
Entretanto já vendi outros livros, especialmente a colegas que não puderam ir.

Tenho de fazer uma contagem, ou então espero chegar ao fim da primeira caixa e ficarei a saber que vendi 100.
100 é quanto preciso de vender para não ter prejuízo. Creio que atingirei facilmente este número.
O livro está já à venda também na livraria Trama, Rua São Filipe Nery 25B, Lisboa.
Já chegou à Livraria Sousa & Almeida, Rua da Fábrica, 40-42, Porto.
E é hoje entregue à Livraria Livrododia, Avenida General Humberto Delgado, n.6A, Torres Vedras.
O Senhor da gráfica ainda não me cobrou. Lá está, mais um bocadinho e consigo pagar com o produto das vendas.
Preciso de preencher uma Folha de Recolha de Dados para enviar para a APEL. Ao darem-me o ISBN, (International Standard Book Number) pediram-me que o fizesse quando o livro estivesse impresso. É o que farei. Sou bem mandada.
Uma coisa que me parece nunca vos disse, e é importante, é que todos os textos usados no “Tracejado” estão devidamente registados no IGAC - Inspecção Geral das Actividades Culturais. Ou seja, não tenho como disfarçar e dizer: ah não gostam, pois não fui eu que escrevi, copiei da net. Não, são meus os textos, mesmo meus… quer gostem, quer não gostem.

Fiesta

E pronto. Ontem foi a festa.
Eu achei que foi uma grande festa.
Tenho alguns testemunhos similares.
Vi amigos que não via há algum tempo. E gostei muito.
Tive o prazer de ver pela primeira vez uma amiga que fiz desde que começou este processo e que é muito querida. Gostei muito de a conhecer pessoalmente, a ela e aos filhos.
Conheci amigos de amigos. Também os colegas/amigos do meu colaborador na vida e no Tracejado, que são todos muito simpáticos também.
Gostei muito de ver lá pessoas que vejo frequentemente como os meus colegas de trabalho /amigos e os colegas /professor / amigos do meu cursinho.
Toda a minha família que pode estar presente, esteve. Adorei tê-los lá, especialmente o meu pai que viajou para estar lá. E ainda me ajudou, trocando o livro por dinheiro a quem quis comprar.
Quando falo da minha família, incluo a que ganhei ao associar-me ao meu colaborador na vida. Gosto deles como se tivessem sido sempre da minha família.
Naturalmente, não tive muito tempo para conversar com toda esta gente…
Realmente acho que escrevi mais palavras em dedicatórias do que palavras contém o tracejado. Ainda é…
Mas vi-os a conversar uns com os outros, a conhecerem-se, a reverem-se.
Deu-me muito prazer esta festa.

terça-feira, 10 de março de 2009

Livrarias e números

Ok. É amanhã.
Nervosos?
Não estejam, vai correr tudo bem.
Entreguei exemplares do Tracejado nas seguintes livrarias:
Livraria Portugal, Rua do Carmo, nº 70 Lisboa
Poesia Incompleta, Rua Cecílio de Sousa, nº 11, Lisboa
Livraria Apolo 70, Centro Comercial Apolo 70, Av. Júlio Dinis, 10 A – Loja 26/27, Lisboa
Enviei ainda um exemplar para a Livraria Sousa & Almeida, Rua da Fábrica, 40-42, Porto, que deve estar a chegar.
O livro custa 8 €. Tem 46 textos que ficam a 17 cêntimos cada, mais coisa, menos coisa, se não me enganei na conta, que eu sou o verdadeiro génio das contas. E ainda ofereço a capa.
Sou generosa.
Se não gostarem de algum texto em particular, podem arrancar a página e eu devolvo os 17 cêntimos.
Ah, ainda não paguei, os Senhores da gráfica ainda não me cobraram. Vou pagar pelos 300 exemplares 775 €.
Com a comissão das livrarias (30% a 40% até agora) e, por outro lado com o 1,5 € por pessoa que vou pagar ao Senhor do espaço por pessoa (não por livro, mas por pessoa: porque se um casal me comprar um livro entrego 2 senhas de bebida), podem ver que não é desta que vou enriquecer. Também nunca foi a minha intenção. Dou-vos estes números todos, para que percebam se vale ou não a pena. Para mim, vale a pena.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Nasceu

Os livros chegaram. O “Tracejado” está lindo. Eu juro que gosto, não digo isto para me agradar. Ainda não paguei. Pago em breve. Vieram 300. Os 11 para as bibliotecas ficaram por conta deles. Que queridos. A Menina da gráfica ainda me disse que talvez sobrem uns 3 ou 4 e que mos dá. E eu depois vendo-os. Batoteira. Vendo se tiver a quem. Não me posso queixar, para agora. Há imensa gente a dizer que vai à festa de lançamento e, provavelmente, vão aproveitar para comprar o “Tracejado”. Por outro lado tenho, por enquanto, 6 livrarias interessadas em vender , ou pelo menos ver, o livro. Temos:
“Apareça e traga o livro”;
“poderá ter o seu livro à venda na nossa loja” (30%);
“gostaríamos de receber 5 exemplares da obra” (30%),
“Julgo que poderemos colocar 5 exemplares” (35% ou 40%),
“Poderá passar na loja para apresentar o livro numa data a combinar” (40%)
e “Podemos, para já, aceitar um exemplar “ (30%)
Eu acho que não está nada mau. 3 são em Lisboa, 1 em Oeiras, 1 em Torres Vedras e 1 no Porto.
Agora tenho de ir lá, ou fazer chegar lá os exemplares.

Portanto, tudo a andar. Está a ser uma boa experiência.

quinta-feira, 5 de março de 2009

A festa

O Senhor da gráfica diz que o livro nasce amanhã. Falei com ele e combinámos a entrega e o pagamento para amanhã. Como será que vai parecer finalmente o meu “Tracejado”. Eu acredito que vai ficar lindo… mas mal posso esperar para ver. Confirmei com o Senhor da gráfica e é da responsabilidade dele enviar 11 exemplares para colocar nas bibliotecas. Pedi para imprimir 300, será que 289 chegam? Eh eh. É melhor fazerem já a vossa encomenda para garantir.
Faltam 8 dias menos 1 para a festa de lançamento. Não se esqueçam de ir. Estou mesmo a contar convosco. A novidade é que o meu menino, o meu sobrinho querido e talentoso, vai tocar e cantar na festa. Ele e um amigo. Originais dele. O puto tem jeito. Eu acho, e acho que não é por ser tia.
Vai mesmo ser uma festa: imensa gente que se conhece ou que se pode passar a conhecer (eu própria vou conhecer alguns amigos com quem ainda só me correspondi); o trapilho da mãe; música ambiente + música ao vivo; projecção de fotos, muito interessantes, porque fui eu que tirei, ou eu ou outros técnicos/artistas como eu; oferta de uma bebida; aperitivos; um bolo; possibilidade de jantar (não é oferta… não posso suportar tanta despesa… sou uma pobre que decidiu fazer uma publicação de autor)… ah e o livro “Tracejado”: simples por fora, por dentro logo vêem / lêem. Acho que vai ser uma festa… ainda falta confirmar os palhaços (brincadeira).
Quanto à distribuição, continuo a receber respostas (algumas positivas) da parte de livrarias. Mal tenha os livros, começo a distribui-los. Logo vos digo onde o podem encontrar.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Mais banho Maria

Mas a água começa a arrefecer. É para a semana o lançamento. De dois dias a oito dias. Já é pouquinho tempo. Devia estar nervosa.
O senhor do espaço enviou-me mensagem a confirmar condições.
O senhor da gráfica trouxe-me, provas, monos e diz que tem o livro pronto esta semana.
Quanto à distribuição, tratarei eu própria disso porque, imaginem os distribuidores estão a pedir-me 65% de comissão. Ganhava um cêntimo em cada livro, ou isso. Não que eu queira enriquecer com esta publicação, mas convenhamos que é um exagero.
Assim, tenho tido vários contactos directos com livrarias e, logo que tenha o livro, começo a operação de as visitar. Alguns já aceitaram o livro, mesmo sem o conhecer, outros querem vê-lo. (É certo que há muito que nem o querem ver, e o rejeitaram logo à partida, normalmente por razões de organização deles… mas vai dar para ter o livro disponível nuns quanto pontos de venda).
O Site
www.inversodacapa.com lá está online, com os blogs agregaditos. Não tenho recebido muitos comentários, por isso estou um bocado à nora.
Enviei e continuo a enviar o convite para o universo. Colam-se cartazes aqui e ali.
Vamos ver, vamos ver…

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Ponto de situação

Já não vos escrevia nada há uns dias.
É que a vida não é só tratar do soalho, nem do “Tracejado” – já vos tinha dito que se chama assim o livro, a publicação de autor, objecto deste blog?
O livro está a ser produzido, espero eu. Temos uma data. Acredito no Senhor da gráfica.
O espaço está tratadíssimo, excepto que falta que o Senhor do espaço me envie confirmação escrita das condições contra-propostas. Confio no Senhor do Espaço.
Às zero horas do dia 25 é activado o meu site www.inversodacapa.com, que inclui outros blogs para além do soalho:
dois blogs de arquivo morto, onde respondo a qualquer comentário, mas já não publico;
um blog com textos que vou introduzindo, e que na verdade são textos ressuscitados desses outros dois blogs (os que não tinham comentários); e
um blog com textos em outras línguas – aventuras. O mais certo é terem erros. Não hesitem em mencioná-los nos comentários, que eu agradeço.
Vou começar a enviar convites para o lançamento para todas as pessoas que puder.
Se não receberem o convite, sintam-se por favor convidados quando consultarem o site e aparecer o convite, é-vos dirigido.
As negociações para a distribuição continuam e ainda não há grandes novidades ou decisões tomadas.
O livro, nestes primeiros tempos, não vai estar ainda disponível em nenhum posto de venda, pelo que, para o adquirirem, deverão dirigir-se a mim, nomeadamente através deste blog, o soalho, deixando um comentário nesse sentido.
O tempo corre e já falta pouco…

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ao abandono

Eu já disse isto antes.
Mas sei bem que vocês não lêem tudo.
Tenho outros blogs.

Podem, querendo, ver as tretas que eu escrevo em http://ana-parece.blogspot.com
(ou em http://parecemesmo.blogspot.com).
São blogs desactivados.
Já não publico lá.
Mas respondo a comentários.
A vantagem de ir lá ver é que se, realmente não gostarem, deixam-se disto, de vir aqui todos os dias, ler o soalho, planear a vida da melhor maneira para ir ao lançamento, poupar dinheiro para, quem sabe, até talvez comprar.
Não vale a pena.
Mais vale ir lá dar uma olhada aos textos que para lá estão abandonados.

Pulgas

Recebi a prova do livro.
Está tudo bem. Vamos imprimir.
Recebi proposta do espaço, fiz contra-proposta, aguardo confirmação de aceitação. Mas, à partida está tudo bem.
Tenho reunião marcada com distribuidor. Aguardo outras propostas e já tenho algumas recusas. Continuo sem decidir se distribuo eu ou eles. A ver vamos.
A capa é mesmo muito simples. O meu amigo, de que vos tenho falado, achou pobre. Eu acho simples. Eu gosto. Vamos ver vocês.
Sonho com o número 100. Não devia dizer isto. Estou a expor as expectativas. Mas sonho com 100. Se forem 50 serão muito bem recebidos também e fico feliz à mesma. A quantidade nunca foi o mais importante.
Vou lançar o convite na Quarta-feira, 25.
Estou, por assim dizer, em pulgas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pré-convite

Já temos um espaço. Na verdade o Sr do espaço ficou de me contactar no dia seguinte a um dia já remoto e nada; mas hoje vou lá ter com ele. Está tudo acordado. Ou quase tudo. Já temos uma data, e creio que é definitiva; não me parece, e como devem imaginar desejo, que algo inesperado venha a atrasar o processo e a data prevista. Portanto já vos podia convidar. Mas é melhor garantir que a festa pode acontecer lá e naquele dia. Mas, entretanto, já fiz alguns pré-convites. Fi-los a pessoas especiais, e fi-lo por serem pessoas próximas que, infelizmente para mim, vivem afastadas daqui. Pré-convidei a parte ainda grande e muito querida da minha família que, como dizia, vivem longe, e uns amigos – ela é a minha primeira amiga desde a creche –, que vivem lá também. Como disse fi-lo porque são especiais, merecem um tratamento especial e porque, lá está, vivem longe, precisam de tempo para se organizarem, para organizarem a viagem. Fi-lo porque - como se diz: não desfazendo – adoraria tê-los presentes nesta festa. De qualquer modo, todos vocês estão pré-convidados também para uma simpática festa de lançamento a ocorrer em Março (previsivelmente) em Lisboa (certamente). E - como se diz: não desfazendo – gostaria que vocês, em particular, vocês, viessem.

Questões de $

Lembrei-me que me estava a esquecer de questões de ordem prática como dinheiro e recibos e coisas de natureza mais ou menos fiscal. Quando me lembrei que me tinha esquecido, assustei-me um bocado, mas depois dois colegas competentes e simpáticos elucidaram-me e eu fiquei mais descansada. Confirmaram-me que o IVA aplicável é 5% e não 20% como cheguei a temer… santa ignorância. Fiquei contente, porque assim não preciso de mexer no preço final previsto para o livro. A minha intenção sempre foi nesta edição conseguir vender a metade do preço do que na anterior, onde houve “mãozinha de editor”. Por outro lado, e no que diz respeito à distribuição, que é uma questão que já estou a abordar, embora ainda não tenha tomado decisões, bastou-me saber que tenho de passar um recibo (verde no caso) por cada venda, exceptuando os que quiserem simpaticamente comprar no lançamento. Ou seja, mediante a decisão, que está por tomar, se entrego a distribuição a um distribuidor ou se faço eu a distribuição, terei de passar um recibo ou muitos, respectivamente. E não há mais nenhum mistério financeiro envolvido. Fiquei contente.

O tempo passa depressa

O meu amigo - de quem vos falei logo no início, a quem tinha pedido um “ conselho genérico” e que “que se movimenta no meio gráfico” e de quem “consegui o conselho genérico” e que esperava “mais pormenores para continuar a ajudar”. ..( na altura acrescentei “Viva os amigos”) - voltou de férias e vai dar hoje uma olhada no trabalho feito. Esperando que ele ache que está tudo bem, podemos dormir de noite e entregar amanhã a arte final à gráfica.
Os colaboradores queridos a quem pedimos ajuda neste sentido fizeram o melhor que puderam, mas, às vezes, o tempo passa mesmo depressa.
Espero que o dia de hoje não passe muito depressa para o meu amigo – amplamente referido no primeiro parágrafo – e que ele possa olhar para a coisa.
Seja como for, a coisa amanhã vai para a gráfica. Senhor da gráfica prepare-se para receber a arte final dum eminente best-seller. Eh eh.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Arte do banho-maria final

Estava indecisa entre não vos dizer nada e dizer-vos coisa nenhuma.
Decidi dizer-vos coisa nenhuma. Ou quase.
Está tudo em banho-maria.
Os colaboradores queridos a tentar arranjar tempo para darem uma olhada no trabalho.
Sim, é trabalho! Não andamos a brincar!
O Senhor da gráfica à espera que lhe entreguemos a arte final (soa bem arte final, não soa? É que, para já, é arte e, depois, ainda por cima, é final… soa bem…).
O Senhor do espaço, com quem conversei melhor há uns dias, está a arranjar oportunidade para me dar as últimas indicações, embora me pareça que, no essencial, estamos esclarecidos. Ah, o Senhor, ou melhor, os Senhores do espaço são muito simpáticos.
Até agora só gente simpática envolvida.
Espero também repostas relacionadas com a distribuição, que é uma questão menos premente, mas importante… a não ser que vocês vão mesmo todos ao lançamento e levem os amigos e não sobre livro nenhum para distribuir…
Mas está tudo controlado, estamos dentro dos prazos previstos e a obra será cumprida.
Comprida já ela é.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Miscellaneous

Paginação concluída.
Acabou por correr tudo bem naquele dia.
Agora, dois colaboradores queridos (um não o conheço pessoalmente mas é amigo do meu colaborador na vida – deve ser querido) vão ver e rever o trabalho feito. Texto, edição, tudo.
Entretanto pedi o necessário ISBN à APEL, supostamente, em 3 dias dão-me o número.
Avisei também a Menina da gráfica que têm mesmo de tratar do depósito legal. Para cada livro é preciso um. (informação adicional: se fosse uma publicação periódica bastava um único depósito). Trata-se na Biblioteca Nacional; ficam com 11 exemplares, dizem eles que para distribuir por bibliotecas; boas notícias: não precisam de comprar o livro. Podem requisitá-lo.
Ah, a capa. Também está pronta. Está linda eh eh.
Hiper simples – eu gosto.
Contactei várias livrarias – das importantes… falei-lhes do meu esforço.
Espero que os meus esforços, aquele de que lhes falei mais o de lhes enviar a mensagem tenham resultados positivos.

Fases

Fase da paginação. É preciso instalar o(s) programa(s) certo(s) no computador certo.
E é certo que as instalações de programas podem correr bem ou menos bem. Não está a correr muito bem, pelo menos não está a correr muito depressa. Faz jogging, hum… marcha… talvez uma longa caminhada. Vamos ver se dá para fazer alguma coisa hoje. Quando digo hoje, refiro-me ao dia em que escrevo neste papelucho. Espero que no dia que passe estas palavritas de desabafo para o bloguingo a paginação já está seja a decorrer. Oxalá.

Localzinho

Escolhi o local. Não foi graças às imensas sugestões que me enviaram para aqui…
Havia a do mato do “Bicho do mato” que deixou um comentário querido como ele.
De resto… ...sem ressentimentos.
Foi uma “collaboratrice” (italiano) ou “ colaboradora” (español), muito querida também, que me sugeriu o espaço.
Não vou revelar já o local porque nada é certo até ser mesmo certo.
Mas, se tudo correr bem, vamos ter uma festa num espaço muito interessante.
Espero que também gostem.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

E recomendo

Sei que não é assim que se faz, mas não vou pedir mais orçamentos.
Não posso dizer que o Senhor da gráfica me esteja a fazer a fazer um preço justo, porque me ultrapassa a justiça do negócio, da negociação, do mercado, da concorrência, da especulação. São todos conceitos cuja justiça me ultrapassa.
Para mim é um bom preço. E isso chega-me.
Gostei do Senhor da gráfica, da Menina da gráfica. Deram-me tempo, atenção, conhecimento (a ver se o retenho), dicas, simpatia. Isso conta.
Vamos continuar a colaborar eu e eles.
A decisão pode parecer ingénua, mas eu sinto-me bem pessoa assim.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Morte à questão de relevo

A questão de relevo de que já tanto falei que até enjoa está definitivamente posta de parte. A cena vai ser de facto “flat”. Vamos deixar a questão de relevo para outra onda. Se houver outra onda; se o mar quiser. A capa está escolhida, é super simples, como eu gosto de pensar que pode ser tudo. O miolo está escolhido, dei cabo do miolo do Senhor da gráfica e lá escolhi um papel. Creio que cria um bom ambiente para as palavras e creio que cria um bom ambiente em geral.
Isto significa que foi enviado o pedido de orçamento definitivo. Agora, em breve, tenho a certeza, receberei o orçamento definitivo, que de qualquer modo já não constituirá uma surpresa.
Já sabia há algum tempo que o custo compensa o prazer, e que por isso, vai mesmo, sem dúvida, haver livro.

Nomes e profissões

Fui fazer uma visita às instalações do Senhor e da Menina da gráfica. Fiquei a saber, entre outras coisas com certeza mais relevantes para o meu livro, que eles têm o mesmo apelido. Não só entre si, como entre si e mim. Isto é, eu tenho um middle name que é igual ao last name deles. Foi giro. É um nome giro, nada piroso e menos comum que Ventura .
Mas eu sou a Ana Ventura.
Tenho um nome (1º e último) comum. Há outras. Deve haver muitas até.

Conheço uma promissora futura médica, que contudo adoptou o 2º nome próprio e não Ana, que me é muito querida e próxima; uma tradutora de filmes, com quem sou muitas vezes confundida e uma artista plástica, cujo trabalho não conheço, confesso, mas que, quer seja boa, muito boa, mais ou menos ou mazinha, desde já merece o meu respeito e admiração porque eu tenho uma inata e imensa incapacidade plástica.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Onde

Ando à procura do local certo para fazer a festa de lançamento.
Estou optimista e conto com 100 pessoas. Já tive algumas ideias, mas ainda não cheguei lá. Pedi ajuda a colaboradores queridos que estão a pensar na questão.
Quero um espaço grande, simpático e onde se possa comer qualquer coisa. Tenciono começar a “festa” cedo e, como há pessoas que só podem ir mais tarde, pode acontecer fome a alguns. Tem de ser em Lisboa e em local acessível – com metro perto e com estacionamento fácil.
Aceito e agradeço sugestões.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

ana-parece

Alguns de vocês nunca leram um texto meu. Quer dizer, para além destas baboseiras que escrevo aqui no soalho. Na verdade, os meus outros textos também são, uns mais outros menos, baboseiras. Mas com uma diferença, fazem muito menos sentido do que estes que escrevo no soalho. Ou pelo menos pretendem fazer. Às vezes, lá calha alguém ver algum sentido naquilo. Há gente para tudo. Se quiserem dar uma olhada, podem ir a http://ana-parece.blogspot.com e ficam com uma ideia. Ou não ficam com ideia nenhuma.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O espírito do corpo

Isto não é realmente simples.
As amostras que o Senhor da gráfica me mostrou - capa e miolo – deixaram-me, no primeiro caso indecisa. Aquela velha questão de relevo que estão fartos de me ouvir falar voltou à baila. Não sei se hei-de armar em pirosa ou não. Não que isso mude quem sou: a pirosa. A questão é se o meu livro tem de ser piroso como eu, ou se pode ser um livro normal, um livro não piroso. No segundo caso, o miolo, não é nada daquilo que eu quero, pareceria um livro desmiolado de tão relezinho que é o papel. Quero barato, mas papel higiénico também não dava. Estou a pensar ir lá às instalações do Senhor da gráfica e cuscar os papéis que ele para lá tem mais ou menos escondidos. Aposto que há um que é mesmo esse.

Colaborando

A edição, design, paginação, arte final (não sei se são coisas diferentes ou se é tudo a mesma coisa, confesso) está a cargo de uma colaborador muito especial. Eu e ele colaboramos na vida também. Até agora fez o que podia fazer. Está à espera de mais indicações para fazer o que falta.
Depois, submetemos o produto à apreciação técnica, criativa e de senso mais ou menos comum de algumas pessoas - também chamadas de colaboradores queridos... sendo que eu também dou uns palpites, pois...
Sem a mãozinha de uma editora "qualquer", a coisa vai ficar gira. Vão ver.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Esta é de hoje

Aha surpresa!
Estou mesmo a escrever agora.
O orçamento (2 em 1) chegou naquele mesmo dia.
Achei-o genericamente interessante.
Acho que provavelmente vou conseguir fazer um preço de amigo a quem quiser ficar com o livro (custa-me dizer comprar… e vender… e depois uso eufemismos parvos).
Havia pormenores que tive de tratar directamente com eles, como a gramagem do miolo, que não era exactamente o que tínhamos falado e outras pequenas coisas assim. Mas o Senhor da gráfica vem cá em breve e mostra-me as amostras todas que é preciso ver.
Não sei se ele está melhor. Nesse dia falei com outra pessoa. A Menina da gráfica, também simpática e que me pareceu bem de saúde felizmente.
E continuo então à espera de um orçamento definitivo para depois poder usá-lo para auscultar a concorrência. Claro. O Senhor da gráfica e a Menina da Gráfica são simpáticos, mas o mundo é grande.
É nessa altura que vou “pedir o conselho genérico de um amigo que se movimenta no meio gráfico”. Talvez o conselho não seja assim tão genérico… mas ele vai ajudar-me porque os amigos ajudam-se e porque é um querido. (Espero que não esteja ou doente (coitado) ou sem tempo). Logo se vê.

Algumas respostitas

Adivinhem…
Já escrevi isto há vários dias (tantos quantos a última vez que escrevi) mas só agora consegui publicar. Espero não ter de escrever este tipo de frase muito mais vezes. Não tem graça.
E liguei mesmo ao Senhor da gráfica. Coitado. além de muito trabalho, tem estado doente. As melhoras para o Senhor da gráfica.
Diz que vem cá no princípio da próxima semana e que me mostra a amostra desejada. A tal que já o foi mais, a tal que era uma questão de relevo, mas que, estou em querer, já deixou de ser.
Vou conhecer o semi-mate e creio que vou gostar. Um pouco de moderação entre o brilhante e o baço parece-me boa ideia.
Disse-me os nomes dos programas / formatos em que poderia entregar a coisa.
Concordou que A6 não é um formato adequado e confirmou que o meu livro terá (olha o futuro!) uma dimensão sem nome; será 1 nº x 1 nº.
Disse ainda, haja confiança que me enviaria o orçamento hoje (ainda não chegou – o orçamento) ou amanhã (ainda não chegou – o dia).

Espera

Já escrevi isto há vários dias mas só agora consegui publicar. Espero não ter de escrever esta frase muito mais vezes. (Sorry)
O Senhor da gráfica, quando eu lhe perguntei, disse-me que a produção do livro, depois do meu ok, demoraria uma semana.
Devo acreditar?
O(s) orçamento(s) que lhe pedi há 1 + 1 semanas ainda não me foi/foram enviado(s).
Será que é normal?
Será que é como ter um bebé? 9 meses à espera e depois sai assim a fugir para o rapidamente…
Pois não sei.
Espero que o Senhor saiba ler correspondência electrónica. Deve saber.
Se calhar não tem tempo.
Pois, mas quem tem?
Hoje vou telefonar-lhe.
Certamente que terá alguma coisa para me dizer. Mais que não seja “não tenho tido tempo.”
Preciso que ele me dê:
- 1 orçamento (ou 2)
- indicação de quando me traz uma amostra da capa semi-mate e outras características específicas.
-indicação de quais os programas / formatos em que poderia entregar a coisa.
- confirmação que um A6 pode ser um Audi e um formato pequenino de papel, mas que não é realmente o que eu decidi que seria o formato do meu livro (o meu 2º livro eh eh).

Arte final do orçamento

Já escrevi isto há vários dias mas só agora consegui publicar.
Já pedi 3 orçamentos. Não, não se trata de um grande avanço. Pedi-os todos à mesma gráfica; àquela gráfica. O primeiro, já falei dele, estava lindo. Se não tivesse de excluir textos, incluía-o a ele.
Mas depois houve alterações: O formato era o que eu queria, mas afinal não se chamava assim. Afinal nem nome tem; é só 1 nº x 1 nº.
Depois foi uma questão com algum relevo, da qual prefiro não falar muito porque já é uma não questão. Algo que era para ser mas que já não vai ser. Posso dizer que era uma coisa bem pirosa. Combinava comigo. Mas era uma coisa pouco prática e eu tendo a/ tento ser cada vez mais uma mulher prática.
Adoro isto de dizer que sou uma mulher. Sempre tão habituada a dizer que sou uma miúda - mas já não me fica bem. Gaja é o ideal, mas não é próprio para um blog respeitável.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

2 folhas

O livro vai ter 46 páginas. E 46 folhas.
Prefiro não escrever no verso, só quando tem de ser.
Prefiro mostrar tudo o que tenho a mostrar na parte da frente.
E prefiro que a parte de trás não interfira, pelo menos que se veja.
São 46 textos.
Eu pensei em incluir 48.
Escolhi 48.
Escolher pode ser complicado.
Quando quero mostrar 1 texto “qualquer” a 1 pessoa “qualquer”, fico sempre a olhar para a escolha sem saber o que fazer.
Quase sempre escolho mesmo um texto qualquer (já sem aspas).
Lá escolhi 48.
E depois da escolha, que já defini como podendo ser complicada, fiquei a saber que 46 é um número melhor, por razões técnicas.
Agora tenho de excluir 2 textos “quaisquer”.
Mas enfim, excluir, se calhar infelizmente, pode ser considerado menos complicado do que incluir.

Queixinhas

Eu sei que ainda só falei no soalho a 4 ou 5 pessoas, mas ninguém tem nada a dizer?
Nem sei se hei-de dizer a mais pessoas, nesse caso. Ou se hei-de continuar a escrever aqui. Isto é como se eu vos tivesse convidado para tomar um café e vos tivesse dito: vou tentar uma publicação de autor, e vocês nada.
Sei que pareço uma criança a exigir atenção. Mas, bolas, isto é um projecto complicado. Tem também de ser um projecto solitário?
Que se lixe, por assim dizer. Vou continuar.
Vou falar no soalho a mais pessoas e vou escrever mais coisas no soalho… que é um chão que pode ser mais ou menos duro.
E vou fazer isso agora.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O pedido de orçamento

Chamei-lhe pedido de orçamento para execução gráfica de livro. Não faço ideia se há maneiras melhores de lhe chamar. Quem está preocupado? Eu claro. Gosto de chamar as coisas pelo nome. Quando dá.
Depois esclareci quais as características pretendidas.
O meu objectivo é que o livro tenha um bom preço. Um precinho mesmo. Eu adoro comprar coisas baratas. Deve haver imensa gente assim. Por outro lado, se algum amigo meu quiser comprar, já bastou o abuso que foi do primeiro cujo valor não foi naturalmente fixado por mim mas pela editora com que, digamos, colaborei.
Eu gostava de dar livros. Mas o meu objectivo, vendendo, já é não perder muito dinheiro. Se desse, era um desporto caro.
Então, falei na dimensão, onde incluí tamanho da capa e número de páginas.
Na encadernação, que pode ser colada ou cosida.
Na capa, tipo… tipo de papel, gramagem, número de cores e, lá está, mais ou menos brilhante.
E depois o miolo; o tipo de papel e as gramitas.
O livro é isto.
Finalmente, quantos hão-de ser? Funciona como os perfumes mais é pouco mais. Mas demais é sempre demais.

Reuni

Reuni com o tal Senhor da gráfica, simpático. Explicou-me bem a diferença entre mate e brilhante. Pensei no semi-mate. Decidimos ali, em duas dezenas de minutos (que é 20) (se não esclarecer, vou ficar sempre a olhar para “duas dezenas” e a perder pelo menos “centenas de micro-segundos” a calcular mentalmente quanto tempo passei com o Senhor da gráfica naquele dia), como irá, olha o optimismo da escolha do futuro, desprezando qualquer condicional e qualquer condicionalismo, ser o meu livro. O meu segundo livro.
Quando saiu o primeiro, acharam-me arrogante por lhe chamar o meu primeiro, na convicção de que iriam sair outros.
Podem chamar-me arrogante agora porque escrevo sobre uma (segunda) publicação futura que vamos ver se é mesmo indicativa ou se nem irá acontecer.
Eu, para agora, estou a divertir-me.
Isso não é o mais importante?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Nabíssima

Esta é a segunda mensagem que escrevo neste novo blog.
A primeira não consigo fazer com que apareça.
Não entendo.
Não entendo como alguém, uma pessoa só, pode ser tão inapto.
Aposto que agora a outra vai aparecer e, como sempre, eu vou estar a demonstrar a minha incapacidade natural sem nenhuma necessidade ou justificação. Esse é o melhor cenário.
O pior é nunca ninguém ler nenhuma das mensagens. Por uma razão ou por outra.
Eu podia continuar a tentar indeterminadamente publicar a outra, mas quem sabe assim não “engano” o sistema?

Decidi

Decidi experimentar uma publicação de autor.
Para agora, limitei-me, há uma semana atrás, a:
-- enviar mensagem a 40 livrarias a perguntar se aceitariam o meu livro e em que condições;
-- pedir o conselho genérico de um amigo que se movimenta no meio gráfico;
-- pedir informações técnicas à gráfica com que trabalham os meus colegas para poder tomar decisões e pedir orçamentos.

Até agora o que consegui foi:
-- o conselho genérico do meu amigo que aguarda mais pormenores para continuar a ajudar. Viva os amigos.
-- 2 respostas de 2 livrarias:
- uma afinal é infantil.
- a outra diz que lhe mande um exemplar que eles colocam à venda com um “desconto para revenda” de 30%.
-- a gráfica com que os meus colegas trabalham esqueceu-se de mim. Não sei devo continuar a esperar uma boa resposta deles. Logo se vê.