sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Esta é de hoje

Aha surpresa!
Estou mesmo a escrever agora.
O orçamento (2 em 1) chegou naquele mesmo dia.
Achei-o genericamente interessante.
Acho que provavelmente vou conseguir fazer um preço de amigo a quem quiser ficar com o livro (custa-me dizer comprar… e vender… e depois uso eufemismos parvos).
Havia pormenores que tive de tratar directamente com eles, como a gramagem do miolo, que não era exactamente o que tínhamos falado e outras pequenas coisas assim. Mas o Senhor da gráfica vem cá em breve e mostra-me as amostras todas que é preciso ver.
Não sei se ele está melhor. Nesse dia falei com outra pessoa. A Menina da gráfica, também simpática e que me pareceu bem de saúde felizmente.
E continuo então à espera de um orçamento definitivo para depois poder usá-lo para auscultar a concorrência. Claro. O Senhor da gráfica e a Menina da Gráfica são simpáticos, mas o mundo é grande.
É nessa altura que vou “pedir o conselho genérico de um amigo que se movimenta no meio gráfico”. Talvez o conselho não seja assim tão genérico… mas ele vai ajudar-me porque os amigos ajudam-se e porque é um querido. (Espero que não esteja ou doente (coitado) ou sem tempo). Logo se vê.

Algumas respostitas

Adivinhem…
Já escrevi isto há vários dias (tantos quantos a última vez que escrevi) mas só agora consegui publicar. Espero não ter de escrever este tipo de frase muito mais vezes. Não tem graça.
E liguei mesmo ao Senhor da gráfica. Coitado. além de muito trabalho, tem estado doente. As melhoras para o Senhor da gráfica.
Diz que vem cá no princípio da próxima semana e que me mostra a amostra desejada. A tal que já o foi mais, a tal que era uma questão de relevo, mas que, estou em querer, já deixou de ser.
Vou conhecer o semi-mate e creio que vou gostar. Um pouco de moderação entre o brilhante e o baço parece-me boa ideia.
Disse-me os nomes dos programas / formatos em que poderia entregar a coisa.
Concordou que A6 não é um formato adequado e confirmou que o meu livro terá (olha o futuro!) uma dimensão sem nome; será 1 nº x 1 nº.
Disse ainda, haja confiança que me enviaria o orçamento hoje (ainda não chegou – o orçamento) ou amanhã (ainda não chegou – o dia).

Espera

Já escrevi isto há vários dias mas só agora consegui publicar. Espero não ter de escrever esta frase muito mais vezes. (Sorry)
O Senhor da gráfica, quando eu lhe perguntei, disse-me que a produção do livro, depois do meu ok, demoraria uma semana.
Devo acreditar?
O(s) orçamento(s) que lhe pedi há 1 + 1 semanas ainda não me foi/foram enviado(s).
Será que é normal?
Será que é como ter um bebé? 9 meses à espera e depois sai assim a fugir para o rapidamente…
Pois não sei.
Espero que o Senhor saiba ler correspondência electrónica. Deve saber.
Se calhar não tem tempo.
Pois, mas quem tem?
Hoje vou telefonar-lhe.
Certamente que terá alguma coisa para me dizer. Mais que não seja “não tenho tido tempo.”
Preciso que ele me dê:
- 1 orçamento (ou 2)
- indicação de quando me traz uma amostra da capa semi-mate e outras características específicas.
-indicação de quais os programas / formatos em que poderia entregar a coisa.
- confirmação que um A6 pode ser um Audi e um formato pequenino de papel, mas que não é realmente o que eu decidi que seria o formato do meu livro (o meu 2º livro eh eh).

Arte final do orçamento

Já escrevi isto há vários dias mas só agora consegui publicar.
Já pedi 3 orçamentos. Não, não se trata de um grande avanço. Pedi-os todos à mesma gráfica; àquela gráfica. O primeiro, já falei dele, estava lindo. Se não tivesse de excluir textos, incluía-o a ele.
Mas depois houve alterações: O formato era o que eu queria, mas afinal não se chamava assim. Afinal nem nome tem; é só 1 nº x 1 nº.
Depois foi uma questão com algum relevo, da qual prefiro não falar muito porque já é uma não questão. Algo que era para ser mas que já não vai ser. Posso dizer que era uma coisa bem pirosa. Combinava comigo. Mas era uma coisa pouco prática e eu tendo a/ tento ser cada vez mais uma mulher prática.
Adoro isto de dizer que sou uma mulher. Sempre tão habituada a dizer que sou uma miúda - mas já não me fica bem. Gaja é o ideal, mas não é próprio para um blog respeitável.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

2 folhas

O livro vai ter 46 páginas. E 46 folhas.
Prefiro não escrever no verso, só quando tem de ser.
Prefiro mostrar tudo o que tenho a mostrar na parte da frente.
E prefiro que a parte de trás não interfira, pelo menos que se veja.
São 46 textos.
Eu pensei em incluir 48.
Escolhi 48.
Escolher pode ser complicado.
Quando quero mostrar 1 texto “qualquer” a 1 pessoa “qualquer”, fico sempre a olhar para a escolha sem saber o que fazer.
Quase sempre escolho mesmo um texto qualquer (já sem aspas).
Lá escolhi 48.
E depois da escolha, que já defini como podendo ser complicada, fiquei a saber que 46 é um número melhor, por razões técnicas.
Agora tenho de excluir 2 textos “quaisquer”.
Mas enfim, excluir, se calhar infelizmente, pode ser considerado menos complicado do que incluir.

Queixinhas

Eu sei que ainda só falei no soalho a 4 ou 5 pessoas, mas ninguém tem nada a dizer?
Nem sei se hei-de dizer a mais pessoas, nesse caso. Ou se hei-de continuar a escrever aqui. Isto é como se eu vos tivesse convidado para tomar um café e vos tivesse dito: vou tentar uma publicação de autor, e vocês nada.
Sei que pareço uma criança a exigir atenção. Mas, bolas, isto é um projecto complicado. Tem também de ser um projecto solitário?
Que se lixe, por assim dizer. Vou continuar.
Vou falar no soalho a mais pessoas e vou escrever mais coisas no soalho… que é um chão que pode ser mais ou menos duro.
E vou fazer isso agora.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O pedido de orçamento

Chamei-lhe pedido de orçamento para execução gráfica de livro. Não faço ideia se há maneiras melhores de lhe chamar. Quem está preocupado? Eu claro. Gosto de chamar as coisas pelo nome. Quando dá.
Depois esclareci quais as características pretendidas.
O meu objectivo é que o livro tenha um bom preço. Um precinho mesmo. Eu adoro comprar coisas baratas. Deve haver imensa gente assim. Por outro lado, se algum amigo meu quiser comprar, já bastou o abuso que foi do primeiro cujo valor não foi naturalmente fixado por mim mas pela editora com que, digamos, colaborei.
Eu gostava de dar livros. Mas o meu objectivo, vendendo, já é não perder muito dinheiro. Se desse, era um desporto caro.
Então, falei na dimensão, onde incluí tamanho da capa e número de páginas.
Na encadernação, que pode ser colada ou cosida.
Na capa, tipo… tipo de papel, gramagem, número de cores e, lá está, mais ou menos brilhante.
E depois o miolo; o tipo de papel e as gramitas.
O livro é isto.
Finalmente, quantos hão-de ser? Funciona como os perfumes mais é pouco mais. Mas demais é sempre demais.

Reuni

Reuni com o tal Senhor da gráfica, simpático. Explicou-me bem a diferença entre mate e brilhante. Pensei no semi-mate. Decidimos ali, em duas dezenas de minutos (que é 20) (se não esclarecer, vou ficar sempre a olhar para “duas dezenas” e a perder pelo menos “centenas de micro-segundos” a calcular mentalmente quanto tempo passei com o Senhor da gráfica naquele dia), como irá, olha o optimismo da escolha do futuro, desprezando qualquer condicional e qualquer condicionalismo, ser o meu livro. O meu segundo livro.
Quando saiu o primeiro, acharam-me arrogante por lhe chamar o meu primeiro, na convicção de que iriam sair outros.
Podem chamar-me arrogante agora porque escrevo sobre uma (segunda) publicação futura que vamos ver se é mesmo indicativa ou se nem irá acontecer.
Eu, para agora, estou a divertir-me.
Isso não é o mais importante?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Nabíssima

Esta é a segunda mensagem que escrevo neste novo blog.
A primeira não consigo fazer com que apareça.
Não entendo.
Não entendo como alguém, uma pessoa só, pode ser tão inapto.
Aposto que agora a outra vai aparecer e, como sempre, eu vou estar a demonstrar a minha incapacidade natural sem nenhuma necessidade ou justificação. Esse é o melhor cenário.
O pior é nunca ninguém ler nenhuma das mensagens. Por uma razão ou por outra.
Eu podia continuar a tentar indeterminadamente publicar a outra, mas quem sabe assim não “engano” o sistema?

Decidi

Decidi experimentar uma publicação de autor.
Para agora, limitei-me, há uma semana atrás, a:
-- enviar mensagem a 40 livrarias a perguntar se aceitariam o meu livro e em que condições;
-- pedir o conselho genérico de um amigo que se movimenta no meio gráfico;
-- pedir informações técnicas à gráfica com que trabalham os meus colegas para poder tomar decisões e pedir orçamentos.

Até agora o que consegui foi:
-- o conselho genérico do meu amigo que aguarda mais pormenores para continuar a ajudar. Viva os amigos.
-- 2 respostas de 2 livrarias:
- uma afinal é infantil.
- a outra diz que lhe mande um exemplar que eles colocam à venda com um “desconto para revenda” de 30%.
-- a gráfica com que os meus colegas trabalham esqueceu-se de mim. Não sei devo continuar a esperar uma boa resposta deles. Logo se vê.