sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O pedido de orçamento

Chamei-lhe pedido de orçamento para execução gráfica de livro. Não faço ideia se há maneiras melhores de lhe chamar. Quem está preocupado? Eu claro. Gosto de chamar as coisas pelo nome. Quando dá.
Depois esclareci quais as características pretendidas.
O meu objectivo é que o livro tenha um bom preço. Um precinho mesmo. Eu adoro comprar coisas baratas. Deve haver imensa gente assim. Por outro lado, se algum amigo meu quiser comprar, já bastou o abuso que foi do primeiro cujo valor não foi naturalmente fixado por mim mas pela editora com que, digamos, colaborei.
Eu gostava de dar livros. Mas o meu objectivo, vendendo, já é não perder muito dinheiro. Se desse, era um desporto caro.
Então, falei na dimensão, onde incluí tamanho da capa e número de páginas.
Na encadernação, que pode ser colada ou cosida.
Na capa, tipo… tipo de papel, gramagem, número de cores e, lá está, mais ou menos brilhante.
E depois o miolo; o tipo de papel e as gramitas.
O livro é isto.
Finalmente, quantos hão-de ser? Funciona como os perfumes mais é pouco mais. Mas demais é sempre demais.

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