sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Reuni

Reuni com o tal Senhor da gráfica, simpático. Explicou-me bem a diferença entre mate e brilhante. Pensei no semi-mate. Decidimos ali, em duas dezenas de minutos (que é 20) (se não esclarecer, vou ficar sempre a olhar para “duas dezenas” e a perder pelo menos “centenas de micro-segundos” a calcular mentalmente quanto tempo passei com o Senhor da gráfica naquele dia), como irá, olha o optimismo da escolha do futuro, desprezando qualquer condicional e qualquer condicionalismo, ser o meu livro. O meu segundo livro.
Quando saiu o primeiro, acharam-me arrogante por lhe chamar o meu primeiro, na convicção de que iriam sair outros.
Podem chamar-me arrogante agora porque escrevo sobre uma (segunda) publicação futura que vamos ver se é mesmo indicativa ou se nem irá acontecer.
Eu, para agora, estou a divertir-me.
Isso não é o mais importante?

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