quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Ponto de situação

Já não vos escrevia nada há uns dias.
É que a vida não é só tratar do soalho, nem do “Tracejado” – já vos tinha dito que se chama assim o livro, a publicação de autor, objecto deste blog?
O livro está a ser produzido, espero eu. Temos uma data. Acredito no Senhor da gráfica.
O espaço está tratadíssimo, excepto que falta que o Senhor do espaço me envie confirmação escrita das condições contra-propostas. Confio no Senhor do Espaço.
Às zero horas do dia 25 é activado o meu site www.inversodacapa.com, que inclui outros blogs para além do soalho:
dois blogs de arquivo morto, onde respondo a qualquer comentário, mas já não publico;
um blog com textos que vou introduzindo, e que na verdade são textos ressuscitados desses outros dois blogs (os que não tinham comentários); e
um blog com textos em outras línguas – aventuras. O mais certo é terem erros. Não hesitem em mencioná-los nos comentários, que eu agradeço.
Vou começar a enviar convites para o lançamento para todas as pessoas que puder.
Se não receberem o convite, sintam-se por favor convidados quando consultarem o site e aparecer o convite, é-vos dirigido.
As negociações para a distribuição continuam e ainda não há grandes novidades ou decisões tomadas.
O livro, nestes primeiros tempos, não vai estar ainda disponível em nenhum posto de venda, pelo que, para o adquirirem, deverão dirigir-se a mim, nomeadamente através deste blog, o soalho, deixando um comentário nesse sentido.
O tempo corre e já falta pouco…

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ao abandono

Eu já disse isto antes.
Mas sei bem que vocês não lêem tudo.
Tenho outros blogs.

Podem, querendo, ver as tretas que eu escrevo em http://ana-parece.blogspot.com
(ou em http://parecemesmo.blogspot.com).
São blogs desactivados.
Já não publico lá.
Mas respondo a comentários.
A vantagem de ir lá ver é que se, realmente não gostarem, deixam-se disto, de vir aqui todos os dias, ler o soalho, planear a vida da melhor maneira para ir ao lançamento, poupar dinheiro para, quem sabe, até talvez comprar.
Não vale a pena.
Mais vale ir lá dar uma olhada aos textos que para lá estão abandonados.

Pulgas

Recebi a prova do livro.
Está tudo bem. Vamos imprimir.
Recebi proposta do espaço, fiz contra-proposta, aguardo confirmação de aceitação. Mas, à partida está tudo bem.
Tenho reunião marcada com distribuidor. Aguardo outras propostas e já tenho algumas recusas. Continuo sem decidir se distribuo eu ou eles. A ver vamos.
A capa é mesmo muito simples. O meu amigo, de que vos tenho falado, achou pobre. Eu acho simples. Eu gosto. Vamos ver vocês.
Sonho com o número 100. Não devia dizer isto. Estou a expor as expectativas. Mas sonho com 100. Se forem 50 serão muito bem recebidos também e fico feliz à mesma. A quantidade nunca foi o mais importante.
Vou lançar o convite na Quarta-feira, 25.
Estou, por assim dizer, em pulgas.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Pré-convite

Já temos um espaço. Na verdade o Sr do espaço ficou de me contactar no dia seguinte a um dia já remoto e nada; mas hoje vou lá ter com ele. Está tudo acordado. Ou quase tudo. Já temos uma data, e creio que é definitiva; não me parece, e como devem imaginar desejo, que algo inesperado venha a atrasar o processo e a data prevista. Portanto já vos podia convidar. Mas é melhor garantir que a festa pode acontecer lá e naquele dia. Mas, entretanto, já fiz alguns pré-convites. Fi-los a pessoas especiais, e fi-lo por serem pessoas próximas que, infelizmente para mim, vivem afastadas daqui. Pré-convidei a parte ainda grande e muito querida da minha família que, como dizia, vivem longe, e uns amigos – ela é a minha primeira amiga desde a creche –, que vivem lá também. Como disse fi-lo porque são especiais, merecem um tratamento especial e porque, lá está, vivem longe, precisam de tempo para se organizarem, para organizarem a viagem. Fi-lo porque - como se diz: não desfazendo – adoraria tê-los presentes nesta festa. De qualquer modo, todos vocês estão pré-convidados também para uma simpática festa de lançamento a ocorrer em Março (previsivelmente) em Lisboa (certamente). E - como se diz: não desfazendo – gostaria que vocês, em particular, vocês, viessem.

Questões de $

Lembrei-me que me estava a esquecer de questões de ordem prática como dinheiro e recibos e coisas de natureza mais ou menos fiscal. Quando me lembrei que me tinha esquecido, assustei-me um bocado, mas depois dois colegas competentes e simpáticos elucidaram-me e eu fiquei mais descansada. Confirmaram-me que o IVA aplicável é 5% e não 20% como cheguei a temer… santa ignorância. Fiquei contente, porque assim não preciso de mexer no preço final previsto para o livro. A minha intenção sempre foi nesta edição conseguir vender a metade do preço do que na anterior, onde houve “mãozinha de editor”. Por outro lado, e no que diz respeito à distribuição, que é uma questão que já estou a abordar, embora ainda não tenha tomado decisões, bastou-me saber que tenho de passar um recibo (verde no caso) por cada venda, exceptuando os que quiserem simpaticamente comprar no lançamento. Ou seja, mediante a decisão, que está por tomar, se entrego a distribuição a um distribuidor ou se faço eu a distribuição, terei de passar um recibo ou muitos, respectivamente. E não há mais nenhum mistério financeiro envolvido. Fiquei contente.

O tempo passa depressa

O meu amigo - de quem vos falei logo no início, a quem tinha pedido um “ conselho genérico” e que “que se movimenta no meio gráfico” e de quem “consegui o conselho genérico” e que esperava “mais pormenores para continuar a ajudar”. ..( na altura acrescentei “Viva os amigos”) - voltou de férias e vai dar hoje uma olhada no trabalho feito. Esperando que ele ache que está tudo bem, podemos dormir de noite e entregar amanhã a arte final à gráfica.
Os colaboradores queridos a quem pedimos ajuda neste sentido fizeram o melhor que puderam, mas, às vezes, o tempo passa mesmo depressa.
Espero que o dia de hoje não passe muito depressa para o meu amigo – amplamente referido no primeiro parágrafo – e que ele possa olhar para a coisa.
Seja como for, a coisa amanhã vai para a gráfica. Senhor da gráfica prepare-se para receber a arte final dum eminente best-seller. Eh eh.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Arte do banho-maria final

Estava indecisa entre não vos dizer nada e dizer-vos coisa nenhuma.
Decidi dizer-vos coisa nenhuma. Ou quase.
Está tudo em banho-maria.
Os colaboradores queridos a tentar arranjar tempo para darem uma olhada no trabalho.
Sim, é trabalho! Não andamos a brincar!
O Senhor da gráfica à espera que lhe entreguemos a arte final (soa bem arte final, não soa? É que, para já, é arte e, depois, ainda por cima, é final… soa bem…).
O Senhor do espaço, com quem conversei melhor há uns dias, está a arranjar oportunidade para me dar as últimas indicações, embora me pareça que, no essencial, estamos esclarecidos. Ah, o Senhor, ou melhor, os Senhores do espaço são muito simpáticos.
Até agora só gente simpática envolvida.
Espero também repostas relacionadas com a distribuição, que é uma questão menos premente, mas importante… a não ser que vocês vão mesmo todos ao lançamento e levem os amigos e não sobre livro nenhum para distribuir…
Mas está tudo controlado, estamos dentro dos prazos previstos e a obra será cumprida.
Comprida já ela é.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Miscellaneous

Paginação concluída.
Acabou por correr tudo bem naquele dia.
Agora, dois colaboradores queridos (um não o conheço pessoalmente mas é amigo do meu colaborador na vida – deve ser querido) vão ver e rever o trabalho feito. Texto, edição, tudo.
Entretanto pedi o necessário ISBN à APEL, supostamente, em 3 dias dão-me o número.
Avisei também a Menina da gráfica que têm mesmo de tratar do depósito legal. Para cada livro é preciso um. (informação adicional: se fosse uma publicação periódica bastava um único depósito). Trata-se na Biblioteca Nacional; ficam com 11 exemplares, dizem eles que para distribuir por bibliotecas; boas notícias: não precisam de comprar o livro. Podem requisitá-lo.
Ah, a capa. Também está pronta. Está linda eh eh.
Hiper simples – eu gosto.
Contactei várias livrarias – das importantes… falei-lhes do meu esforço.
Espero que os meus esforços, aquele de que lhes falei mais o de lhes enviar a mensagem tenham resultados positivos.

Fases

Fase da paginação. É preciso instalar o(s) programa(s) certo(s) no computador certo.
E é certo que as instalações de programas podem correr bem ou menos bem. Não está a correr muito bem, pelo menos não está a correr muito depressa. Faz jogging, hum… marcha… talvez uma longa caminhada. Vamos ver se dá para fazer alguma coisa hoje. Quando digo hoje, refiro-me ao dia em que escrevo neste papelucho. Espero que no dia que passe estas palavritas de desabafo para o bloguingo a paginação já está seja a decorrer. Oxalá.

Localzinho

Escolhi o local. Não foi graças às imensas sugestões que me enviaram para aqui…
Havia a do mato do “Bicho do mato” que deixou um comentário querido como ele.
De resto… ...sem ressentimentos.
Foi uma “collaboratrice” (italiano) ou “ colaboradora” (español), muito querida também, que me sugeriu o espaço.
Não vou revelar já o local porque nada é certo até ser mesmo certo.
Mas, se tudo correr bem, vamos ter uma festa num espaço muito interessante.
Espero que também gostem.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

E recomendo

Sei que não é assim que se faz, mas não vou pedir mais orçamentos.
Não posso dizer que o Senhor da gráfica me esteja a fazer a fazer um preço justo, porque me ultrapassa a justiça do negócio, da negociação, do mercado, da concorrência, da especulação. São todos conceitos cuja justiça me ultrapassa.
Para mim é um bom preço. E isso chega-me.
Gostei do Senhor da gráfica, da Menina da gráfica. Deram-me tempo, atenção, conhecimento (a ver se o retenho), dicas, simpatia. Isso conta.
Vamos continuar a colaborar eu e eles.
A decisão pode parecer ingénua, mas eu sinto-me bem pessoa assim.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Morte à questão de relevo

A questão de relevo de que já tanto falei que até enjoa está definitivamente posta de parte. A cena vai ser de facto “flat”. Vamos deixar a questão de relevo para outra onda. Se houver outra onda; se o mar quiser. A capa está escolhida, é super simples, como eu gosto de pensar que pode ser tudo. O miolo está escolhido, dei cabo do miolo do Senhor da gráfica e lá escolhi um papel. Creio que cria um bom ambiente para as palavras e creio que cria um bom ambiente em geral.
Isto significa que foi enviado o pedido de orçamento definitivo. Agora, em breve, tenho a certeza, receberei o orçamento definitivo, que de qualquer modo já não constituirá uma surpresa.
Já sabia há algum tempo que o custo compensa o prazer, e que por isso, vai mesmo, sem dúvida, haver livro.

Nomes e profissões

Fui fazer uma visita às instalações do Senhor e da Menina da gráfica. Fiquei a saber, entre outras coisas com certeza mais relevantes para o meu livro, que eles têm o mesmo apelido. Não só entre si, como entre si e mim. Isto é, eu tenho um middle name que é igual ao last name deles. Foi giro. É um nome giro, nada piroso e menos comum que Ventura .
Mas eu sou a Ana Ventura.
Tenho um nome (1º e último) comum. Há outras. Deve haver muitas até.

Conheço uma promissora futura médica, que contudo adoptou o 2º nome próprio e não Ana, que me é muito querida e próxima; uma tradutora de filmes, com quem sou muitas vezes confundida e uma artista plástica, cujo trabalho não conheço, confesso, mas que, quer seja boa, muito boa, mais ou menos ou mazinha, desde já merece o meu respeito e admiração porque eu tenho uma inata e imensa incapacidade plástica.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Onde

Ando à procura do local certo para fazer a festa de lançamento.
Estou optimista e conto com 100 pessoas. Já tive algumas ideias, mas ainda não cheguei lá. Pedi ajuda a colaboradores queridos que estão a pensar na questão.
Quero um espaço grande, simpático e onde se possa comer qualquer coisa. Tenciono começar a “festa” cedo e, como há pessoas que só podem ir mais tarde, pode acontecer fome a alguns. Tem de ser em Lisboa e em local acessível – com metro perto e com estacionamento fácil.
Aceito e agradeço sugestões.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

ana-parece

Alguns de vocês nunca leram um texto meu. Quer dizer, para além destas baboseiras que escrevo aqui no soalho. Na verdade, os meus outros textos também são, uns mais outros menos, baboseiras. Mas com uma diferença, fazem muito menos sentido do que estes que escrevo no soalho. Ou pelo menos pretendem fazer. Às vezes, lá calha alguém ver algum sentido naquilo. Há gente para tudo. Se quiserem dar uma olhada, podem ir a http://ana-parece.blogspot.com e ficam com uma ideia. Ou não ficam com ideia nenhuma.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O espírito do corpo

Isto não é realmente simples.
As amostras que o Senhor da gráfica me mostrou - capa e miolo – deixaram-me, no primeiro caso indecisa. Aquela velha questão de relevo que estão fartos de me ouvir falar voltou à baila. Não sei se hei-de armar em pirosa ou não. Não que isso mude quem sou: a pirosa. A questão é se o meu livro tem de ser piroso como eu, ou se pode ser um livro normal, um livro não piroso. No segundo caso, o miolo, não é nada daquilo que eu quero, pareceria um livro desmiolado de tão relezinho que é o papel. Quero barato, mas papel higiénico também não dava. Estou a pensar ir lá às instalações do Senhor da gráfica e cuscar os papéis que ele para lá tem mais ou menos escondidos. Aposto que há um que é mesmo esse.

Colaborando

A edição, design, paginação, arte final (não sei se são coisas diferentes ou se é tudo a mesma coisa, confesso) está a cargo de uma colaborador muito especial. Eu e ele colaboramos na vida também. Até agora fez o que podia fazer. Está à espera de mais indicações para fazer o que falta.
Depois, submetemos o produto à apreciação técnica, criativa e de senso mais ou menos comum de algumas pessoas - também chamadas de colaboradores queridos... sendo que eu também dou uns palpites, pois...
Sem a mãozinha de uma editora "qualquer", a coisa vai ficar gira. Vão ver.