quinta-feira, 26 de março de 2009

Deslize

Ninguém falava no Tracejado há uma série de dias. Entretanto, uma Coleguinha da escola disse que leu uns textos e que gostou, pediu-me que lho levasse. Outra Coleguinha pediu também. Fiquei animada. Mas tive uma daquelas reacções que às vezes tenho e que não são nada socialmente correctas, chegando a ser um pouco absurdas. Como, até agora, toda a gente que me pediu o livro quis uma dedicatória, perguntei a uma das Coleguinhas se queria que escrevesse alguma coisa. Ela respondeu que o que contava era o conteúdo e que escrevesse apenas se fizesse questão. Não, não faço questão, foi só porque toda a gente costuma pedir. É claro que devia ter ficado calada e, se ela pedisse que escrevesse, escreveria. Conto-vos isto porque não tenho mais nada para contar. Não sei se já se vendeu algum exemplar nas livrarias. Não sei se quem entra nelas vê o livro, ou se teria de procurar. Não sei se quem o encontrar, mais ou menos por acaso, se vai interessar por ele. Não sei muito.
Ah, sempre fiz uma coisa. Enviei um exemplar ao cuidado de Marcelo Rebelo de Sousa, com uma carta que diz, entre outras coisas, “pode até acontecer que goste”. E pode. Nunca se sabe.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ivinha

Estava a sentir um certo sono, decidi ir tomar um café.
Quando ia para o fazer chamaram-me porque tinha chegado o Senhor Cobrador da gráfica. Olhei para o recibo, vi um valor, o tal valor de 775€ e passei o cheque.
Depois de o ter preenchido, reparei que aquele valor, os tais 775€, não era o total; havia uma parcela correspondente ao IVA.
Tive de pagar mais 155€ de IVA.
Passei-me. Fui ver o orçamento e, de facto, o IVA não é mencionado, o que significa, claro, que não está incluído.
Agora, se não me enganei nas contas, o que, como tenho dito e se pode ver, seria perfeitamente normal, tenho de vender não cerca de 100, mas cerca de 120, para cobrir os custos.
Nunca esquecer o IVA.
Tomei o café à mesma, embora já não estivesse a precisar. Um calmante seria mais apropriado.

Balançando

Hoje é dia de pagamento. A Menina da gráfica enviou-me uma mensagem a perguntar se podia levantar o cheque hoje. Eu disse que sim. 775€. 300 exemplares. Acho que realmente foi um bom preço, embora o diga empiricamente, porque de facto não pedi outros orçamentos. Já expliquei isso. Eles ajudaram-me bastante e explicaram-me as diferenças entre o que eu viria a querer e a não querer para o meu livro. Foi uma boa experiência colaborar com a Menina e o Senhor da gráfica. Obrigada aos dois e à equipa.
Ontem entreguei o livro em mais um POS, a Livraria do King, no cinema King, pois. O meu livro está em livrarias boas e interessantes. Estou contente. Vou continuar a tentar colocá-lo em mais algumas.
Tenho vendido alguns Tracejados a amigos e colegas, mas agora o volume de vendas já está a baixar. Quem tinha de comprar já comprou. Ou talvez não, há pessoas que ainda não tiveram oportunidade, nomeadamente devido à distância. Em Santa Comba Dão, por exemplo, onde cresci, mais propriamente numa aldeia bem bonitinha chamada Pinheiro de Ázere, talvez algumas pessoas queiram ficar com o livro. Logo se vê quando lá for. Vou tentar, nessa altura, deixá-lo numa ou outra livraria também lá para aqueles lados.
Para agora, ainda não consegui cobrir os custos. Confesso que não fiz uma contabilização exacta dos livros vendidos, mas rondarão os 70. Se não me enganei nas contas, o que seria perfeitamente normal, preciso de vender cerca de 100 para não perder dinheiro.
Ontem passei por uma das livrarias onde deixei o Tracejado e não o encontrei. Fiquei a pensar que assim seria difícil, mas depois a Menina da livraria explicou-me que tiveram problemas informáticos e que há uns dias que não conseguem introduzir livros no sistema. Quando conseguirem, o meu livro será exposto. Fiquei mais contente. Agora falta que algumas pessoas reparem nele, abram, gostem e comprem. Vamos ver se isso acontece.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Negócios

Falando de negócios, não sei exactamente ainda quantos livros vendi, mas creio que ultrapassou por pouco os 50. Gastei 56 senhas, paguei ao Senhor do espaço 84€.
Entretanto já vendi outros livros, especialmente a colegas que não puderam ir.

Tenho de fazer uma contagem, ou então espero chegar ao fim da primeira caixa e ficarei a saber que vendi 100.
100 é quanto preciso de vender para não ter prejuízo. Creio que atingirei facilmente este número.
O livro está já à venda também na livraria Trama, Rua São Filipe Nery 25B, Lisboa.
Já chegou à Livraria Sousa & Almeida, Rua da Fábrica, 40-42, Porto.
E é hoje entregue à Livraria Livrododia, Avenida General Humberto Delgado, n.6A, Torres Vedras.
O Senhor da gráfica ainda não me cobrou. Lá está, mais um bocadinho e consigo pagar com o produto das vendas.
Preciso de preencher uma Folha de Recolha de Dados para enviar para a APEL. Ao darem-me o ISBN, (International Standard Book Number) pediram-me que o fizesse quando o livro estivesse impresso. É o que farei. Sou bem mandada.
Uma coisa que me parece nunca vos disse, e é importante, é que todos os textos usados no “Tracejado” estão devidamente registados no IGAC - Inspecção Geral das Actividades Culturais. Ou seja, não tenho como disfarçar e dizer: ah não gostam, pois não fui eu que escrevi, copiei da net. Não, são meus os textos, mesmo meus… quer gostem, quer não gostem.

Fiesta

E pronto. Ontem foi a festa.
Eu achei que foi uma grande festa.
Tenho alguns testemunhos similares.
Vi amigos que não via há algum tempo. E gostei muito.
Tive o prazer de ver pela primeira vez uma amiga que fiz desde que começou este processo e que é muito querida. Gostei muito de a conhecer pessoalmente, a ela e aos filhos.
Conheci amigos de amigos. Também os colegas/amigos do meu colaborador na vida e no Tracejado, que são todos muito simpáticos também.
Gostei muito de ver lá pessoas que vejo frequentemente como os meus colegas de trabalho /amigos e os colegas /professor / amigos do meu cursinho.
Toda a minha família que pode estar presente, esteve. Adorei tê-los lá, especialmente o meu pai que viajou para estar lá. E ainda me ajudou, trocando o livro por dinheiro a quem quis comprar.
Quando falo da minha família, incluo a que ganhei ao associar-me ao meu colaborador na vida. Gosto deles como se tivessem sido sempre da minha família.
Naturalmente, não tive muito tempo para conversar com toda esta gente…
Realmente acho que escrevi mais palavras em dedicatórias do que palavras contém o tracejado. Ainda é…
Mas vi-os a conversar uns com os outros, a conhecerem-se, a reverem-se.
Deu-me muito prazer esta festa.

terça-feira, 10 de março de 2009

Livrarias e números

Ok. É amanhã.
Nervosos?
Não estejam, vai correr tudo bem.
Entreguei exemplares do Tracejado nas seguintes livrarias:
Livraria Portugal, Rua do Carmo, nº 70 Lisboa
Poesia Incompleta, Rua Cecílio de Sousa, nº 11, Lisboa
Livraria Apolo 70, Centro Comercial Apolo 70, Av. Júlio Dinis, 10 A – Loja 26/27, Lisboa
Enviei ainda um exemplar para a Livraria Sousa & Almeida, Rua da Fábrica, 40-42, Porto, que deve estar a chegar.
O livro custa 8 €. Tem 46 textos que ficam a 17 cêntimos cada, mais coisa, menos coisa, se não me enganei na conta, que eu sou o verdadeiro génio das contas. E ainda ofereço a capa.
Sou generosa.
Se não gostarem de algum texto em particular, podem arrancar a página e eu devolvo os 17 cêntimos.
Ah, ainda não paguei, os Senhores da gráfica ainda não me cobraram. Vou pagar pelos 300 exemplares 775 €.
Com a comissão das livrarias (30% a 40% até agora) e, por outro lado com o 1,5 € por pessoa que vou pagar ao Senhor do espaço por pessoa (não por livro, mas por pessoa: porque se um casal me comprar um livro entrego 2 senhas de bebida), podem ver que não é desta que vou enriquecer. Também nunca foi a minha intenção. Dou-vos estes números todos, para que percebam se vale ou não a pena. Para mim, vale a pena.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Nasceu

Os livros chegaram. O “Tracejado” está lindo. Eu juro que gosto, não digo isto para me agradar. Ainda não paguei. Pago em breve. Vieram 300. Os 11 para as bibliotecas ficaram por conta deles. Que queridos. A Menina da gráfica ainda me disse que talvez sobrem uns 3 ou 4 e que mos dá. E eu depois vendo-os. Batoteira. Vendo se tiver a quem. Não me posso queixar, para agora. Há imensa gente a dizer que vai à festa de lançamento e, provavelmente, vão aproveitar para comprar o “Tracejado”. Por outro lado tenho, por enquanto, 6 livrarias interessadas em vender , ou pelo menos ver, o livro. Temos:
“Apareça e traga o livro”;
“poderá ter o seu livro à venda na nossa loja” (30%);
“gostaríamos de receber 5 exemplares da obra” (30%),
“Julgo que poderemos colocar 5 exemplares” (35% ou 40%),
“Poderá passar na loja para apresentar o livro numa data a combinar” (40%)
e “Podemos, para já, aceitar um exemplar “ (30%)
Eu acho que não está nada mau. 3 são em Lisboa, 1 em Oeiras, 1 em Torres Vedras e 1 no Porto.
Agora tenho de ir lá, ou fazer chegar lá os exemplares.

Portanto, tudo a andar. Está a ser uma boa experiência.

quinta-feira, 5 de março de 2009

A festa

O Senhor da gráfica diz que o livro nasce amanhã. Falei com ele e combinámos a entrega e o pagamento para amanhã. Como será que vai parecer finalmente o meu “Tracejado”. Eu acredito que vai ficar lindo… mas mal posso esperar para ver. Confirmei com o Senhor da gráfica e é da responsabilidade dele enviar 11 exemplares para colocar nas bibliotecas. Pedi para imprimir 300, será que 289 chegam? Eh eh. É melhor fazerem já a vossa encomenda para garantir.
Faltam 8 dias menos 1 para a festa de lançamento. Não se esqueçam de ir. Estou mesmo a contar convosco. A novidade é que o meu menino, o meu sobrinho querido e talentoso, vai tocar e cantar na festa. Ele e um amigo. Originais dele. O puto tem jeito. Eu acho, e acho que não é por ser tia.
Vai mesmo ser uma festa: imensa gente que se conhece ou que se pode passar a conhecer (eu própria vou conhecer alguns amigos com quem ainda só me correspondi); o trapilho da mãe; música ambiente + música ao vivo; projecção de fotos, muito interessantes, porque fui eu que tirei, ou eu ou outros técnicos/artistas como eu; oferta de uma bebida; aperitivos; um bolo; possibilidade de jantar (não é oferta… não posso suportar tanta despesa… sou uma pobre que decidiu fazer uma publicação de autor)… ah e o livro “Tracejado”: simples por fora, por dentro logo vêem / lêem. Acho que vai ser uma festa… ainda falta confirmar os palhaços (brincadeira).
Quanto à distribuição, continuo a receber respostas (algumas positivas) da parte de livrarias. Mal tenha os livros, começo a distribui-los. Logo vos digo onde o podem encontrar.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Mais banho Maria

Mas a água começa a arrefecer. É para a semana o lançamento. De dois dias a oito dias. Já é pouquinho tempo. Devia estar nervosa.
O senhor do espaço enviou-me mensagem a confirmar condições.
O senhor da gráfica trouxe-me, provas, monos e diz que tem o livro pronto esta semana.
Quanto à distribuição, tratarei eu própria disso porque, imaginem os distribuidores estão a pedir-me 65% de comissão. Ganhava um cêntimo em cada livro, ou isso. Não que eu queira enriquecer com esta publicação, mas convenhamos que é um exagero.
Assim, tenho tido vários contactos directos com livrarias e, logo que tenha o livro, começo a operação de as visitar. Alguns já aceitaram o livro, mesmo sem o conhecer, outros querem vê-lo. (É certo que há muito que nem o querem ver, e o rejeitaram logo à partida, normalmente por razões de organização deles… mas vai dar para ter o livro disponível nuns quanto pontos de venda).
O Site
www.inversodacapa.com lá está online, com os blogs agregaditos. Não tenho recebido muitos comentários, por isso estou um bocado à nora.
Enviei e continuo a enviar o convite para o universo. Colam-se cartazes aqui e ali.
Vamos ver, vamos ver…