quinta-feira, 19 de março de 2009

Balançando

Hoje é dia de pagamento. A Menina da gráfica enviou-me uma mensagem a perguntar se podia levantar o cheque hoje. Eu disse que sim. 775€. 300 exemplares. Acho que realmente foi um bom preço, embora o diga empiricamente, porque de facto não pedi outros orçamentos. Já expliquei isso. Eles ajudaram-me bastante e explicaram-me as diferenças entre o que eu viria a querer e a não querer para o meu livro. Foi uma boa experiência colaborar com a Menina e o Senhor da gráfica. Obrigada aos dois e à equipa.
Ontem entreguei o livro em mais um POS, a Livraria do King, no cinema King, pois. O meu livro está em livrarias boas e interessantes. Estou contente. Vou continuar a tentar colocá-lo em mais algumas.
Tenho vendido alguns Tracejados a amigos e colegas, mas agora o volume de vendas já está a baixar. Quem tinha de comprar já comprou. Ou talvez não, há pessoas que ainda não tiveram oportunidade, nomeadamente devido à distância. Em Santa Comba Dão, por exemplo, onde cresci, mais propriamente numa aldeia bem bonitinha chamada Pinheiro de Ázere, talvez algumas pessoas queiram ficar com o livro. Logo se vê quando lá for. Vou tentar, nessa altura, deixá-lo numa ou outra livraria também lá para aqueles lados.
Para agora, ainda não consegui cobrir os custos. Confesso que não fiz uma contabilização exacta dos livros vendidos, mas rondarão os 70. Se não me enganei nas contas, o que seria perfeitamente normal, preciso de vender cerca de 100 para não perder dinheiro.
Ontem passei por uma das livrarias onde deixei o Tracejado e não o encontrei. Fiquei a pensar que assim seria difícil, mas depois a Menina da livraria explicou-me que tiveram problemas informáticos e que há uns dias que não conseguem introduzir livros no sistema. Quando conseguirem, o meu livro será exposto. Fiquei mais contente. Agora falta que algumas pessoas reparem nele, abram, gostem e comprem. Vamos ver se isso acontece.

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