quinta-feira, 26 de março de 2009

Deslize

Ninguém falava no Tracejado há uma série de dias. Entretanto, uma Coleguinha da escola disse que leu uns textos e que gostou, pediu-me que lho levasse. Outra Coleguinha pediu também. Fiquei animada. Mas tive uma daquelas reacções que às vezes tenho e que não são nada socialmente correctas, chegando a ser um pouco absurdas. Como, até agora, toda a gente que me pediu o livro quis uma dedicatória, perguntei a uma das Coleguinhas se queria que escrevesse alguma coisa. Ela respondeu que o que contava era o conteúdo e que escrevesse apenas se fizesse questão. Não, não faço questão, foi só porque toda a gente costuma pedir. É claro que devia ter ficado calada e, se ela pedisse que escrevesse, escreveria. Conto-vos isto porque não tenho mais nada para contar. Não sei se já se vendeu algum exemplar nas livrarias. Não sei se quem entra nelas vê o livro, ou se teria de procurar. Não sei se quem o encontrar, mais ou menos por acaso, se vai interessar por ele. Não sei muito.
Ah, sempre fiz uma coisa. Enviei um exemplar ao cuidado de Marcelo Rebelo de Sousa, com uma carta que diz, entre outras coisas, “pode até acontecer que goste”. E pode. Nunca se sabe.

2 comentários:

  1. létinha "sonhos sonhados"1 de abril de 2009 às 04:03

    ...finalmente venho fazer uma visita.

    ...vou ficar,
    ler
    e
    no final comentar.

    xis létinha

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  2. Olá Létinha
    Obrigada pela visita, leitura e comentário.

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