sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ao nível

Ok. Atingi o nível médio das águas do mar. Quero dizer que, praticamente, e já se sabe que, comigo, a matemática nunca é uma ciência exacta, vendi o número de livros que tinha de vender para pagar os custos: 120.
Já vos tinha contado que o meu pai e super distribuidor me vendeu uma quantidade significativa de livros quando estive na terra no fim-de-semana passado. Pois bem, ele ficou lá com uns quantos para tentar vender também e hoje ligou-me a dizer que, não só vendeu aqueles, como precisa de mais para as encomendas… eh eh.
De facto, continuo naquela situação de não vender a desconhecidos, pessoas que comprem o livro pelo livro e não por mim, ou pelo meu pai. Mas enfim, o objectivozinho principal de equilibrar o balanço está cumprido. Não é muito ambicioso, mas o que posso fazer?
Não esperei mais e consultei as livrarias. Tenho, para agora, três respostas oficiais: 0, 0, 1. Vá, não se riam da desgraça alheia. E depois há aquela outra, a do King, onde restam, como já disse 3 de 5. (=2… ah pois é!)
Agora tudo piorou, com a concorrência muito desleal da monstra mediática Júlia Pinheiro. Ofusca-me. Está mal.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Santa terrinha

Lá fui à terrinha – Pinheiro de Ázere, Santa Comba Dão. Acabei por vender uns quantos livros afinal, graças especialmente à campanha promocional desenvolvida pelo meu pai. Vendi 20. Na verdade foram 19, mas digamos 20 que é um número mais redondinho. Assim, ao todo, e até agora, terei vendido, em venda directa, cerca de 100. Um bocadinho longe dos 300 produzidos, mas já mais perto da meta dos 120, que, de acordo com os meus cálculos, nunca muito de fiar, bastariam para cobrir os custos.
Deixei também 6 exemplares na Papelaria Enseada em Santa Comba Dão. A Sra foi muito simpática e nem me quis cobrar comissão. Para além disso, quando passei lá no dia seguinte, já tinham vendido um livro.
Em relação às outras livrarias, ainda é cedo para contactar a perguntar se terão vendido algum.
Em duas delas, sei que ainda não foi vendido qualquer exemplar.
Numa outra, a Livraria do King, creio que foram vendidos 2, porque passei por lá e, dos cinco que lá tinha deixado, só sobravam 3. Aliás, tive a confirmação da venda de um deles, porque uma ex-colega querida me ligou a dizer-me que comprou lá e a pedir-me uma dedicatória.
Se alguns desconhecidos comprassem o livro, o meu ego ficaria numa posição muito mais confortável. É certo que todas as razões são boas para comprar / vender um livro. E agradeço sinceramente a todos os que compraram. Mas saber que um desconhecido compra, não porque simpatiza comigo, ou porque simplesmente me conhece, mas sim porque abre o livro, lê qualquer coisa e gosta, é uma sensação que não me importava de ter… repetidamente. Com isto tudo não quero ser injusta, porque sei que algumas pessoas, além de me conhecerem, e simpatizarem mais ou menos comigo, gostam do que escrevo… há gostos para tudo :).

O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, a quem, como já disse, enviei um exemplar, enviou-me um cartão onde me pareceu, letra difícil, que agradecia reconhecido. Eu também fiquei reconhecida por ele me ter enviado um cartão reconhecido, mas não cheguei a dizer-lho. Não podíamos ficar eternamente a agradecer um ao outro. Temos os dois mais que fazer.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Acreditei

Olá a todos. Poucos. Alguém? Olá à mesma.
Não tenho nada para vos dizer. Outra vez.
Não há novidades do Tracejado.
Podia falar de outras coisas. Mas que jeito?
Alguém se esqueceu de comprar? Alguém se vai lembrar um destes dias que também quer um?
Acho que não.
A não ser na terrinha, onde talvez venda uns 3 ou 4, não vai passar disto.
E aposto que, daqui a uns meses, vou ter de passar nas livrarias para apanhar a totalidade dos livros que lá deixei.
Não é animador não. Fizemos 300. Vendi 80. Não só não ganhei, o que também não era o objectivo, como perdi, o que não tem lá muita graça.
Mas valeu a pena. Não estou a dizer que não valeu a pena, OK?
Deu-me muito prazer fazer isto. E dá-me muito prazer saber que algumas pessoas leram / estão a ler o Tracejado, e algumas destas gostaram / estão a gostar. Sei que sim porque algumas das que o leram / estão a ler e gostaram / estão a gostar disseram-mo. E eu acreditei.