sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ao nível

Ok. Atingi o nível médio das águas do mar. Quero dizer que, praticamente, e já se sabe que, comigo, a matemática nunca é uma ciência exacta, vendi o número de livros que tinha de vender para pagar os custos: 120.
Já vos tinha contado que o meu pai e super distribuidor me vendeu uma quantidade significativa de livros quando estive na terra no fim-de-semana passado. Pois bem, ele ficou lá com uns quantos para tentar vender também e hoje ligou-me a dizer que, não só vendeu aqueles, como precisa de mais para as encomendas… eh eh.
De facto, continuo naquela situação de não vender a desconhecidos, pessoas que comprem o livro pelo livro e não por mim, ou pelo meu pai. Mas enfim, o objectivozinho principal de equilibrar o balanço está cumprido. Não é muito ambicioso, mas o que posso fazer?
Não esperei mais e consultei as livrarias. Tenho, para agora, três respostas oficiais: 0, 0, 1. Vá, não se riam da desgraça alheia. E depois há aquela outra, a do King, onde restam, como já disse 3 de 5. (=2… ah pois é!)
Agora tudo piorou, com a concorrência muito desleal da monstra mediática Júlia Pinheiro. Ofusca-me. Está mal.

2 comentários:

  1. Querida Ana, tudo não passa de numeros, o que conta foi o que debitaste no livro, tudo o resto, pouco conta...

    abreijos

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  2. Olá João

    É claro que os números não são o mais importante. Mas eu aqui no soalho falo da parte prática. Da experiência da edição de autor. E essa realidade traduz-se também em números...

    Beijinhos

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