segunda-feira, 20 de abril de 2009

Santa terrinha

Lá fui à terrinha – Pinheiro de Ázere, Santa Comba Dão. Acabei por vender uns quantos livros afinal, graças especialmente à campanha promocional desenvolvida pelo meu pai. Vendi 20. Na verdade foram 19, mas digamos 20 que é um número mais redondinho. Assim, ao todo, e até agora, terei vendido, em venda directa, cerca de 100. Um bocadinho longe dos 300 produzidos, mas já mais perto da meta dos 120, que, de acordo com os meus cálculos, nunca muito de fiar, bastariam para cobrir os custos.
Deixei também 6 exemplares na Papelaria Enseada em Santa Comba Dão. A Sra foi muito simpática e nem me quis cobrar comissão. Para além disso, quando passei lá no dia seguinte, já tinham vendido um livro.
Em relação às outras livrarias, ainda é cedo para contactar a perguntar se terão vendido algum.
Em duas delas, sei que ainda não foi vendido qualquer exemplar.
Numa outra, a Livraria do King, creio que foram vendidos 2, porque passei por lá e, dos cinco que lá tinha deixado, só sobravam 3. Aliás, tive a confirmação da venda de um deles, porque uma ex-colega querida me ligou a dizer-me que comprou lá e a pedir-me uma dedicatória.
Se alguns desconhecidos comprassem o livro, o meu ego ficaria numa posição muito mais confortável. É certo que todas as razões são boas para comprar / vender um livro. E agradeço sinceramente a todos os que compraram. Mas saber que um desconhecido compra, não porque simpatiza comigo, ou porque simplesmente me conhece, mas sim porque abre o livro, lê qualquer coisa e gosta, é uma sensação que não me importava de ter… repetidamente. Com isto tudo não quero ser injusta, porque sei que algumas pessoas, além de me conhecerem, e simpatizarem mais ou menos comigo, gostam do que escrevo… há gostos para tudo :).

O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, a quem, como já disse, enviei um exemplar, enviou-me um cartão onde me pareceu, letra difícil, que agradecia reconhecido. Eu também fiquei reconhecida por ele me ter enviado um cartão reconhecido, mas não cheguei a dizer-lho. Não podíamos ficar eternamente a agradecer um ao outro. Temos os dois mais que fazer.

2 comentários:

  1. Não leves a mal...mas...

    A Fronteira do Caos Editores e o autor convidam Vossa Excelência para a sessão de lançamento do livro, O Ladrão de Livros da autoria de Carlos J. Barros, a ter lugar no próximo dia 25 de Abril pelas 18 horas, na Livraria Alêtheia. A apresentação pública do livro será da responsabilidade de Paulino Coelho.

    Beijo

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  2. Olá Carlos,

    Não levo especialmente a mal.
    Aceito todo o tipo de comentários.
    As pessoas são livres, dentro de algum tipo de limites alargados, de dizer o que quiserem e o que considerarem realmente pertinente.
    Se algumas pessoas acharem adequado comentarem o blog de outras apenas para promoverem o que elas próprias fazem, tudo bem.

    Beijo

    Ana

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