quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A caravana passa?

A velha história da feira da ladra fez-me ligar hoje para a DGFVACNS (indicada pelo Pedro nos comentários do “São coisas” aqui do soalho – obrigada once again).
Pois bem, liguei. Obtive / confirmei informações muito inspiradoras. Assim, a Sra do DGFVACNS, e não vou dizer que é simpática, que tem poderes de bom entendedor, ou que ouve especialmente bem, disse-me que uma pessoa (activa e da minha idade), para vender temporariamente (durante um mês) na feira da ladra tem de ir às finanças, inscrever-se na actividade de feirante e, talvez, pagar uma quantia desconhecida, após o que deve ir à DGAE e pedir um cartão, pagando 15€, com esta documentação, deve então ir à DGFVACNS (onde terá, quem sabe, o prazer de conhecer a Sra da DGFVACNS) e pagar mais 15€ e uns trocos.
E só pode vender coisitas usadas. Os tracejados do -2 não são. Se eu me decidisse a pagar este dinheirão todo e a perder tempo, paciência e sabe-se lá mais o quê, ia até pedir aqueles de vocês que, por acaso, compraram o tracejado que o trocassem por um novo, para eu poder vender o vosso usado na feira. Mas nã. Não me parece.

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