quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Rentrée

Visitei a Apolo 70. Fui para aqueles lados e aproveitei. Aproveitei para procurar o tracejado nas prateleiras. Não encontrei. Procurei melhor. Não encontrava. Ora bolas, pensei ou disse, se ele estiver à vista, já ninguém o quer; se não estiver, ninguém pode, sequer, não o querer. O meu livro tem direito a não ser querido. Penso eu, escrevo eu. Perguntei ao Sr da livraria se, de facto, como parecia, o meu livro não estava exposto nas prateleiras. Ele consultou o sistema e depois conduziu-me até à prateleira onde estavam intactos todos os cinco livros que lá deixei. Assim está bem.
Há muito tempo, quando escrevi no soalho a última vez, disse que tinha um plano, mau, mas um. Não vos posso dizer que funcionou; ou que não funcionou. A ideia era escoar. Mas não o apliquei… ainda. Parece cada vez mais um mau plano, mas isso não é suficiente para me demover. Hei-de voltar a este assunto e, independentemente do sucesso ser nulo ou tocar as franjas do miserável, eu conto.
A Câmara de Santa Comba nunca mais me disse nada. Mostrou-se disponível, eu enviei o material a ser usado na promoção do tracejado, e, que eu saiba, não aconteceu mais nada. Espero agora resposta à mensagem que lhes enviei perguntando qual era e onde estava o ponto da situação.

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